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Numa final em que Tiago Luís Pereira foi 11.º, cubanos completaram o pódio
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Numa final sem a presença do campeão em título, o português Pedro Pichardo - e em que Tiago Luís Pereira foi 11.º -, o ouro mundial do triplo salto em Budapeste'2023 foi para o Burkina Faso, com Hugues-Fabrice Zango a ser o mais forte numa decisão na qual se superiorizou ao duo cubano composto por Lazaro Martinez e Cristian Nápoles.
Sem Pichardo, a contas com uma lombalgia não curada, a competição ficou ainda mais aberta com a lesão do jamaicano Jaydon Hibbert, no início da final, a afastar desde logo outro dos candidatos às medalhas. Bronze em Tóquio'2020, a Zango bastou um relativamente curto salto de 17,64 metros para a primeira medalha do país africano, superiorizando-se ao tal duo cubano, com Martinez à frente de Nápoles por somente 1 centímetro (17,41 e 17,40, respetivamente).
A única final do dia de lançamentos foi a do disco masculino, que teve emoção mesmo, mesmo até ao final: Na última série de lançamentos, Daniel Stahl perdeu o primeiro lugar, para o esloveno Kristjan Ceh, mas teve ânimo para voltar para a frente, com um tiro de 71,46 metros, novo recorde dos campeonatos. Com uma frieza já lendária - nem um sorriso, nem uma celebração - o gigante sueco, campeão mundial em 2019 e campeão olímpico, acabava com o sonho de Ceh, que com os 70,02 já se via como campeão. O bronze ficou na posse do lituano Mykolas Alekna, filho do lendário Virgilijus Alekna, antigo vice-campeão olímpico.
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