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Tema foi discutido em tertúlia na Universidade Autónoma de Lisboa
O debate em redor do ‘Dilema Caster Semenya’ redundou num rol de duras críticas à federação internacional (IAAF), que determinou que a campeã olímpica dos 800 metros, para poder competir, é obrigada a tomar medicação para baixar os níveis de testosterona.
Na tertúlia na Universidade Autónoma de Lisboa, participaram o médico Gentil Martins, Soraia Quarenta, da Associação Portuguesa de Direito Desportivo, Cristina Almeida, socióloga, e José Lima, coordenador do Plano Nacional de Ética, cabendo a moderação a Norberto Santos, antigo redator principal de Record, jornal que apoiou a iniciativa.
Gentil Martins informou que a Associação Médica Mundial proibiu os médicos de ministrarem medicação para baixar os níveis de testosterona. "Não sabemos se poderá haver repercussões negativas no futuro na saúde da atleta."
"É uma clara perseguição pessoal", denunciou Soraia Quarenta, lembrando que quando Usain Bolt dominava a velocidade ninguém se incomodou. "É um atentado à privacidade da atleta", acentuou.
Cristina Almeida frisou que a decisão da IAAF vai "contra a dignidade da pessoa" e José Lima abordou a ética: "Estamos a pedir que tome medicamentos, o que é um contrassenso. Nasceu tal como é e devemos aceitar isso."
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