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Os atletas portugueses voltaram a estar em bom plano no Meeting de Birmingham, um dos principais a nível europeu. A abrir o programa, João Pires, integrado na série B de 800 metros, obteve um bom segundo lugar (atrás do queniano Cornelius Chirchir) e, principalmente, conseguiu o seu objectivo: o mínimo para o Mundial que naquela mesma pista se realizará dentro de quatro semanas. Fez 1.47,92 (contra 1.47,64 do vencedor), menos oito centésimos que a marca exigida pela Federação Portuguesa e a sua terceira marca de sempre (recorde pessoal: 1.47,33).
Mais tarde, na série principal, Rui Silva conseguiu aguentar muito bem os melhores especialistas. Começou por ser último mas rapidamente passou a sexto e, na última volta, subiu ao quarto lugar, ficando a menos de um segundo do vencedor, William Bungei (1.45,81). Não deu para o seu recorde nacional de 1.46,40 (obtido há quatro anos, em Gent, mas conseguiu a sua segunda marca de sempre (1.46,56). Os resultados oficiais, no entanto, apontavam-no como quinto, com 1.46,75.
Luís Feiteira participou nas duas milhas (3218 m) que proporcionaram a Haile Gebrselassie um novo recorde mundial. A prova foi corrida em bases rapidíssimas mas o atleta sportinguista fez uma prova cautelosa, acabando por ser oitavo, com 8.33,01, tempo cuja média aos 3000 m é de 7.58,26. Não fez tão boa prova como na terça-feira, em Estocolmo, mas evitou perder uma volta para "Gebre". Este, isolado a partir dos 2000 m, passou aos 3000 m em 7.32,81 (só ele e Komen têm melhor em anos anteriores) e terminou em 8.04,69 (média de 7.31,85 aos 3000 m!), quase cinco segundos menos que o anterior recorde (8.09,66) do seu compatriota Hailu Mekonnen, que ontem foi segundo, com 8.09,39.
Recorde para Feofanova
Outro recorde mundial foi batido, este através da russa Svetlana Feofanova que, depois de passar 4,70, tentou os 4,77 (mais um centímetro que o seu recorde de 19 dias antes), conseguindo-os ao segundo ensaio. Tentou depois dois ensaios a 4,82.
Obtiveram melhores marcas mundiais do ano os britânicos Daniel Caines nos 400 m (45,74) e Jonathan Edwards no triplo, com 17,44 no seu único salto (fez ainda um nulo e prescindiu dos restantes ensaios, enquanto o sueco Olsson era apenas quarto, com 16,92). O veterano barreirista Colin Jackson continua a ganhar provas (7,51) e a sueca Bergqvist voltou a passar 2,02 em altura.
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