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Esta é a oitava vitória de um etíope na prova masculina e a primeira desde 2021
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O atleta etíope Muse Gizachew ultrapassou hoje Jonathan Kipkoech nos derradeiros metros da São Silvestre de São Paulo, para conquistar a 100.ª edição da prova na qual Sisilia Ginoka Panga, da Tanzânia, se impôs entre as mulheres.
Kipkoech entrou isolado na reta da meta, mas acabaria por ser ultrapassado nos últimos 10 metros por Muse Gizachew, campeão da corrida internacional da São Silvestre, disputada em São Paulo, com o tempo de 44.28 minutos.
O queniano chegou apenas quatro milésimas de segundo depois, com o pódio a ficar completo com o 'local' Fabio Jesús Correia.
Esta é a oitava vitória de um etíope na prova masculina e a primeira desde 2021.
Se Muse Gizachew interrompeu a supremacia queniana -- tinham vencido as últimas duas edições -- em masculinos, Sisilia Ginoka Panga fez o mesmo na categoria feminina, vencendo em 51.08 minutos.
Na segunda posição ficou a queniana Cynthia Chemweno, num pódio que contou ainda com a brasileira Núbia de Oliveira.
O triunfo de Sisilia Ginoka Panga colocou um ponto final numa série de oito vitórias consecutivas das quenianas na famosa corrida de final de ano.
O centenário da São Silvestre foi hoje 'comemorado' com um ano de atraso, depois de a edição de 2020 ter sido cancelada devido à pandemia de covid-19.
A portuguesa Rosa Mota é a maior campeã da prova internacional brasileira, com seis vitórias consecutivas entre 1981 e 1986.
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