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Quando há um mês foi atropelada por uma bicicleta em pleno treino, Paula Radcliffe ficoseriamente preocupada. Temeu-se que não chegasse à Maratona de Londres no melhor da sua forma e, à cautela, seguiu os conselhos dos mais velhos e foi bater à porta da campeã olímpica dos 400 metros, a australiana Cathy Freeman, de origem aborígene.
A "receita" deu resultado e só ontem, depois de desfrutar do prazer do recorde do Mundo na maratona com a fantástica marca de 2.15,25 horas, é que a atleta britânica, de 29 anos, quis desvendar um pouco dos segredos que estão por detrás deste resultado. Radcliffe diz que utilizou na sua recuperação da lesão, quando foi atropelada, óleo de ema. Trata-se da segunda maior ave do Mundo, a seguir à avestruz - tem entre 1,50 e 1,80 m de altura e pesa entre 56 a 68 quilos. O óleo de ema pode funcionar como um anti-inflamatório e hidratante, e é aconselhado para tratar entorses, contusões, exposições ao sol e para os cuidados da pele. Também há estudos que referem que o óleo de ema é muito procurado pelos fisioterapeutas para as massagens após esforços físicos intensos. Muitas equipas de basquetebol e de baseball recorrem frequentemente a este produto.
Porém, não foi só devido ao óleo de ema que Paula Radcliffe conseguiu palmilhar os 42 195 metros em 2.15,25 horas, melhorando em quase dois minutos o anterior máximo que obtivera a 13 de Outubro em Chicago (2.17,18 horas). A britânica confessou que mudou alguns hábitos na sua alimentação e que passou a dar preferência aos bifes de avestruz, mais ricos em ferro que qualquer outra carne. Além disso, o recorde de Radcliffe só foi surpreendente por se ter aproximado do dos homens. E de acordo com um estudo estatístico da IAAF, a marca de Radcliffe é superior ao recorde dos 100 metros, que ainda pertence à norte-americana Florence Grifiith-Joyner. Ela já deixou bem expresso que tem talento e características ideais para a maratona. Em três corridas ganhou-as e logo na sua estreia em Londres, o ano passado, fez uma boa marca.
Por detrás de Radcliffe está um apoio médico e técnico que se tem revelado fundamental. O treinador é o seu marido, Gary Lough, com quem passou muitas semanas nas montanhas do Novo México (EUA) e o médico é o conhecido irlandês Gerard Hartmann, que já recuperou alguns dos melhores fundistas portugueses, entre os quais Domingos Castro, Paulo Guerra, Eduardo Henriques e Albertina Dias.
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