Para poder usar esta funcionalidade deverá efectuar login.
Caso não esteja registado no site do Record, efectue o seu registo gratuito.
Meias-finais disputam-se esta sexta-feira
Seguir Autor:
Os portugueses Omar Elkhatib, diretamente, e Ericsson Tavares, através da repescagem, qualificaram-se esta sexta-feira para as semifinais dos 400 metros dos Mundiais de atletismo em pista curta Torun2026.
Omar Elkhatib assegurou a presença nas semifinais, marcadas para hoje, a partir das 20:44 locais (19:44 em Lisboa), ao vencer a terceira série das eliminatórias, em 46,56 segundos, enquanto Ericsson Tavares avançou graças ao melhor tempo entre os repescados, após ter sido terceiro na primeira corrida (46,41).
A qualificação dos velocistas para as semifinais segue-se ao apuramento de Sofia Lavreshina, na mesma distância, após bater pela quarta vez em 2026 o recorde nacional das duas voltas à pista curta (51,87).
Omar Elkhatib assegurou a sua presença nas semifinais ao segurar o segundo lugar durante grande parte da corrida, para terminar em primeiro, com aparente facilidade.
"Eu sempre sonhei com isto. O Europeu do ano passado correu-me muito mal e eu tinha prometido que ia voltar muito mais forte e consegui, com mais cabeça e mais físico, a corrida foi confortável e nem precisei de me esforçar muito", explicou o velocista do Sporting, na zona mista da Arena Torun.
Na antevisão às semifinais, tendo em vista a qualificação para a final, agendada para sábado, às 18:34 (17:34), o velocista de 24 anos, cujo recorde pessoal é de 46,42, conseguidos já em 2026, confia na sua preparação física.
"As pernas é que vão mandar, mas eu estou preparado para isso e muita coisa pode acontecer", referiu Omar Elkhatib, sem receio de a presença na corrida decisiva o levar a um maior esforço, com a disputa das estafetas 4x400, no domingo.
Já Ericsson Tavares, que tem os 46,17 obtidos este ano como melhor marca na distância, mesmo sem a certeza no apuramento, na altura em que percorreu a zona mista, assumiu a sua confiança na fase seguinte.
"Decidi arriscar um bocadinho, vi que estava rápido e tentei forçar um bocadinho para continuar à frente, mas, na entrada da corda, fiquei mais para trás. Estou muito contente com a corrida e espero que dê para a meia-final", afirmou o atleta do Benfica, de 25 anos.
Os três primeiros atletas lusos presentes na 21.ª edição dos Mundiais 'indoor' asseguraram a presença nas semifinais, novamente com Sofia Lavreshina a ser a primeira a entrar na pista polaca, na segunda série, a partir das 19:49 (18:49).
A atleta do Sporting, de 22 anos, volta a enfrentar três atletas com melhores marcas, mesmo depois de ter melhorado hoje o recorde nacional pela quarta vez este ano.
Lavreshina, que já revelou a ambição de voltar a bater esta marca, começou por tirar um centésimo de segundo ao recorde que pertencia a Cátia Azevedo (52,43), em 23 de janeiro, em Sabadell, em Espanha, melhorando-o, depois, para 52,19, em Glasgow, e 52,07, em Madrid, em duas semanas seguidas, em 31 de janeiro e 06 de fevereiro.
"Sabia que estava na minha melhor forma, muito melhor do que há um mês e as sensações foram muito boas", explicou a velocista do Sporting, em declarações à agência Lusa.
Na antevisão às 'meias', tendo em vista a final marcada para sábado, às 20:40 (19:40), a atleta natural de Pombal reiterou a sua ambição.
"Quero dar o melhor e, se possível, novamente com recorde nacional", concluiu, após ter sido a primeira atleta dos 400 a bater um recorde nacional na 21.ª edição dos Mundiais 'indoor'.
Na sessão da tarde, Auriol Dongmo, campeã do mundo 'indoor' em Belgrado2022, e Jessica Inchude vão disputar a final direta do lançamento do peso, antes de Isaac Nader, campeão do mundo ao ar livre em Tóquio2025, e Salomé Afonso enfrentarem as eliminatórias dos 1.500.
Meias-finais disputam-se esta sexta-feira
A jovem portuguesa, de 22 anos, surpreendeu e venceu a eliminatória
Atleta do salto à vara não esconde a relação pessoal que mantém com o rival
Sebastian Coe revelou os anfitriões da próximas edições da competição na Polónia
Melhor registo anterior era de 2010/11, temporada em que FC Porto e Sp. Braga jogaram a final da Liga Europa
Erik Paartalu defrontou, com a camisola dos indianos do Bengaluru, uma equipa sediada em Pyongyang
Apuramento dos leões para os 'quartos' da Champions permitiram Porugal reforçar o 6.º lugar