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Há duas semanas o norte-americano Michael Wardian foi destaque no mundo da corrida por ter sido o vencedor do World Marathon Challenge
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Há duas semanas o norte-americano Michael Wardian foi destaque no mundo da corrida por ter sido o vencedor do World Marathon Challenge, no qual o português João Neto marcou presença, onde o objetivo passava por correr sete maratonas em dias consecutivos, em continentes diferentes.
Só que para Wardian o desafio de fazer 'apenas' sete maratonas pareceu demasiado curto, tanto que decidiu acrescentar mais três, todas elas corridas na zona de Washington. No total, o norte-americano de 44 anos completou as dez maratonas com um tempo total de 29 horas, 12 minutos e 46 segundos, fazendo uma alucinante média de 2:55:17 horas por maratona! A confirmar-se este novo recorde, Wardian pulveriza o anterior máximo em 42 minutos!
Mas, então, quais são os conselhos deste verdadeiro papa-maratonas para superar toda esta enorme tareia física? Desafiado pela revista 'Runner’s World', o ultramaratonista norte-americano partilhou os seus quatro conselhos, os quais, diga-se, são bastante simples.
Comer o suficiente é o primeiro deles e talvez o mais importante. "Normalmente tenho muito cuidado com a nutrição. Se não cuidares de ti vais acabar por sofrer", admitiu o maratonista, que segue uma dieta vegetariana.
De seguida, recomenda a utilização de ferramentas próprias de recuperação, como por exemplo botas de compressão ou o Hyperice Hypervolt, uma espécie de massajador vibratório. Mas não se pense que Wardian usa apenas produtos de topo. Na sua mala também segue um rolo de massagem miofascial e uma bola de lacrosse.
E como o período de recuperação não tem de ser aborrecido, o conselho seguinte é simplesmente... divertir-se enquanto o faz. Dançar, por exemplo, é visto como uma forma eficiente de recuperação, já que permite libertar as pernas depois de cada corrida. "É um bom método de recuperação ativa", explica.
E, por fim, descansar o máximo possível. Neste campo, Wardian assume que não é bem sucedido. "Durmo pessimamente. Foi algo que quis mudar em relação à edição do ano passado, mas acabei por fazer ainda pior", atirou o corredor, que no total das sete maratonas do World Marathon Challenge dormiu apenas 14 horas.
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