Para poder usar esta funcionalidade deverá efectuar login.
Caso não esteja registado no site do Record, efectue o seu registo gratuito.
Triplista português levanta suspeitas e recorda que o espanhol saiu da caixa de areia a festejar "sem sequer ter noção de onde tinha aterrado"
Seguir Autor:
Pedro Pichardo recorreu esta quarta-feira às redes sociais para acusar Jordan Díaz de fazer batota na final do triplo salto dos Europeus de Roma, onde o triplista português, que registou 18.04 metros, conquistou a medalha de prata atrás do espanhol, que acabou com a impressionante marca de 18.18m.
"Nunca tive a necessidade de vir às redes sociais para justificar uma vitória ou derrota, nunca precisei de usar substâncias proibidas para ganhar, nunca alterei os meus bicos para saltar mais longe, nunca batotei ninguém nem usei 'influências' para ganhar uma competição... O de ontem foi lindo, sim!! Mas gostaria que a European Athletics, a World Athletics e os árbitros a cargo dessem uma resposta e um esclarecimento com brevidade sobre o que aconteceu na régua de salto no momento em que o atleta espanhol faz aquela grande marca, numa competição deste nível não é normal fazer uma grande marca com a régua electrónica desligada, o atleta já sai da caixa de areia a festejar sem nem sequer ter noção de onde tinha aterrado", pode ler-se num excerto da mensagem de Pichardo.
Relacionadas
Leia a publicação de Pedro Pichardo na íntegra:
"Sempre fui um atleta muito justo e de jogo limpo quando falamos de competição, nunca tive a necessidade de vir às redes sociais para justificar uma vitória ou derrota, nunca precisei de usar substâncias proibidas para ganhar, nunca alterei os meus bicos para saltar mais longe, nunca batotei ninguém, nem usei 'influências' para ganhar uma competição... O de ontem foi lindo, sim!!
Mas gostaria que a European Athletics, a World Athletics e os árbitros a cargo dessem uma resposta e um esclarecimento com brevidade sobre o que aconteceu na régua de salto no momento que o atleta espanhol faz aquela grande marca, numa competição deste nível não é normal fazer uma grande marca com a régua eletrónica desligada, o atleta já sai da caixa de areia a festejar sem nem sequer ter noção de onde tinha aterrado pois a régua já estava desligada. Parece que ele já sabia que me tinha ultrapassado mesmo antes da medição e sem a régua eletrónica estar ligada...
Nós atletas sabemos que sem nenhuma referência é difícil saber se foi um bom salto ou não, mas ele já sabia!!! Por que é que nos seus 17,96m estava ligada e no grande salto não? Um minuto depois do seu grande salto a régua voltou a funcionar e por coincidência eu era o seguinte a saltar. Como é possível? Por que é que nesse momento a régua eletrónica estava desligada? Como sabemos que realmente foi 18.18m?".
E acrescentou nos 'stories':
"Sou atleta de atletismo desde os 6-7 anos de idade, profissional desde 2013 e já saltei contra os melhores. Sei como funcionam as coisas no meu mundo do atletismo. Quando o [Teddy] Tamgho me venceu em 2013 (18.04 metros) e o Taylor me ganhou em 2015 com 18.21m, não vim cá fazer publicações nem reclamei. Quem me conhece sabe do meu valor e do meu caráter. Num campeonato deste nível a régua eletrónica não pode desligar, e se desligar deve parar-se a prova até se resolver o problema".
Ver esta publicação no Instagram
Esta é a oitava vitória de um etíope na prova masculina e a primeira desde 2021
Português voou na Cursa dels Nassos, em Barcelona, e quebrou marca com 29 anos
Prova da capital foi a 8.ª melhor 'meia' do globo segundo os dados da World Athletics
Triunfos categóricos na prova da Invicta
Rumores e confirmações nos principais campeonatos
Treinador português assegura que não tentou convencer o internacional português a rumar ao Fenerbahçe
Avançado espanhol falou ainda sobre as expectativas que os adeptos colocaram em si desde muito cedo