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Segundo os regulamentos, competir sem a camisola do clube poderia levar à desclassificação, mas protesto caiu por terra por alegadamente os juízes não terem avisado o atleta benfiquista dessa desconformidade
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Paulo Reis, o diretor do atletismo do Sporting, clube que viu o Benfica 'roubar-lhe' a dobradinha alcançada em 2023, notou que os campeonatos de pista coberta "são sempre muito equilibrados".
"O ano passado ganhámos por meio ponto [em masculinos], este ano perdemos por um ponto. A equipa bateu-se muito bem, teve um fim de semana excelente, recordes pessoais, ganhámos sete provas individuais, mas, depois, tivemos ali dois terceiros lugares em provas em que sabíamos ter dificuldades e acabámos por perder por um ponto", analisou o também técnico leonino.
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No setor feminino, Paulo Reis disse que as suas atletas "também fizeram um excelente campeonato e que o Nacional de Clubes de pista coberta ficou marcado pela desclassificação da atleta leonina da marcha.
"Nem sequer teve oportunidade de chegar ao fim. Na pior das hipóteses ficaríamos em segundo lugar, faríamos sete pontos. Perdemos por três [na classificação final], portanto, ganharíamos com algum conforto", argumentou.
Por outro lado, as lesões que afetam a equipa titular do Sporting no setor feminino também concorreram, segundo o dirigente, para a classificação deste ano.
"Temos cinco atletas que não estão a conseguir competir", notou.
Questionado pela Lusa sobre o motivo que levou os responsáveis do Sporting a formalizar um protesto no setor masculino - e que levou a que o anúncio dos resultados finais e a cerimónia do pódio atrasassem mais de 30 minutos -, Paulo Reis aludiu a uma situação protagonizada por um atleta do Benfica, que competiu "todo de preto", sem a camisola do clube, o que, segundo os regulamentos, poderia levar à desclassificação.
No entanto, ainda de acordo com Paulo Reis, o protesto foi indeferido, alegadamente por os juízes não terem avisado o atleta benfiquista dessa desconformidade.
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