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Sofia Lavreshina, Ericsson Tavares e Omar Elkhatib conseguiram desempenhos interessantes
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Os portugueses Ericsson Tavares e Omar Elkhatib ficaram esta sexta-feira perto da final dos 400 metros dos Mundiais em pista curta Torun'2026, tal como Sofia Lavreshina, que, após bater o recorde nacional, ficou em 12.º nas meias-finais.
Ericsson Tavares melhorou o seu recorde pessoal para 46,15 segundos, que acabou por ser insuficiente para chegar às duas corridas das finais, marcadas para sábado, a partir das 18:34 locais (17:34 em Lisboa). "Estou muito contente. Apesar de estar um bocado cansado, fiz uma boa corrida, é um bocado difícil, mas dá para sonhar. O meu objetivo era baixar dos 46 segundos, mas, se calhar, precisava de ter gerido um pouco melhor a corrida da manhã", afirmou o atleta do Benfica, ainda antes de saber que tinha ficado fora da final.
O velocista, de 25 anos, terminou em terceiro na primeira série, acabando as semifinais no nono lugar e como primeiro excluído, a 12 centésimos do último apurado, o checo Tomas Horak (46,03).
Igualmente afastado da disputa pelas medalhas ficou Omar Elkhatib, na posição seguinte, o 10.º posto, com o tempo de 46,51 - tinha feito mais cinco centésimos nas eliminatórias, durante a manhã (46,56). "Eu estou feliz com a minha corrida. Passei super-rápido aos 200 metros, dei tudo, fui atrás do norte-americano [Khaleb McRae], sem medo, e estou feliz com o que fiz, com a consciência tranquila", vincou o velocista do Sporting, de 24 anos.
Omar Elkhatib foi segundo na quarta e última série, que acabou por ter duas falsas partidas, que "desestabiliza sempre um bocado, porque tira o foco inicial". A final dos 400 metros é disputada em duas séries de quatro atletas cada, sem utilizar as pistas 1 e 2, medalhando os três mais rápidos entre ambas.
No setor feminino, depois de ter batido pela quarta vez em 2026 o recorde nacional, a jovem Sofia Lavreshina também foi eliminada nas semifinais, com o 12.º tempo geral, de 52,20 segundos. "Agora era mais difícil. Acho que o meu problema foi na parte da corda, porque eu ia na pista 6 e eu tinha de passar por dentro, pela pista 3. Estou contente por estar consistente, mas acho que podia ter estado melhor e dar ainda mais", reconheceu a velocista, de 22 anos.
A atleta natural de Pombal tinha fixado em 51,87 o seu novo recorde nacional, nas eliminatórias, mas não foi além do quarto lugar na segunda série das semifinais. "Para quem não estava à espera de aqui chegar, nos 400, tenho de estar contente. E, no domingo, tenho de dar o melhor pela estafeta [4x400 metros]. Queremos o recorde nacional e, com essa marca, chegar aos Mundiais de estafetas, no Botswana", concluiu Sofia Lavreshina.
A última apurada para as finais das duas voltas à pista curta, no sábado, às 20:40 (19:40), foi a havaiana Wadeline Venlogh, com o tempo de 52,04.
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