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O primeiro dia da "final 8" da Taça de Portugal ditou dois semifinalistas: Queluz e Oliveirense vão lutar amanhã por um lugar na final da segunda prova mais importante do calendário do basquetebol nacional. Hoje ficam a conhecer-se os "artistas" que disputam a outra meia-final. Ovarense-Barreirense e Benfica-CAB Madeira decidem quem segue em frente na prova
A Oliveirense foi a primeira equipa a garantir um lugar nas meias-finais da "final 8" da Taça de Portugal, que decorre no Pavilhão Municipal de Tondela. Uma vitória clara sobre o Belenenses, por 77-62, não deixa dúvidas quanto à justeza da passagem da eliminatória.
Na verdade, os merecidamente denominados "guerreiros" do Belenenses pareceram mostrar que esta não era a sua "guerra", tal a forma como iniciaram a partida, nunca se entendendo com a defesa zona (2x3) aplicada pelo adversário. Esta inadaptação, a que se juntou uma triste ineficácia da linha dos 6,25 metros (0%, nos primeiros vinte minutos), explica a fraca produtividade azul e também a justa vantagem que a Oliveirense dispunha ao intervalo (46-26).
A Oliveirense, por seu turno, fez tudo para justificar a vantagem de 20 pontos. A dupla Trevor Huffman/Emiliano Morales, bem acompanhada por Kim Adams, não deu tréguas à defensiva dos pupilos de José Couto.
Na segunda parte esperava-se que o espírito "guerreiro" do Belenenses surgisse finalmente. Na verdade, no terceiro período ainda os homens do Restelo deram alguma esperança aos adeptos que viajaram de Lisboa. Nuno Perdigão, que até então tinha estado "ausente" do jogo, reapareceu. Contudo, e quando a Oliveirense só dispunha de 11 pontos de vantagem (58-47), o técnico francês fez reentrar Trevor Huffmann e Emiliano Morales e o jogo acabou, com a turma de Oliveira de Azeméis a realizar um parcial de 12-1.
Até final, a Oliveirense limitou-se a gerir a vantagem adquirida, jogando com os 24 segundos. Foi tempo para que a partida se arrastasse já sem qualquer motivo de interesse, face a um Belenenses conformado com o resultado.
Como curiosidade, registe-se que nos últimos três minutos ambas as equipas se fizeram representar apenas por jogadores portugueses, o que, diga-se, não trouxe nada de novo ao espectáculo.
P. Maucouvert: «Não foi fácil»
"Não foi um jogo fácil. O Belenenses tem bons jogadores, mas desta vez fomos superiores. Esta vitória foi importante, mas o mais significativo foi a recuperação anímica depois da derrota com o Benfica. Espero que os próximos jogos sejam idênticos em atitude."
Treinador da Oliveirense
José Couto: «Desperdício»
"Defendemos bem e só não tivemos a mesma correspondência no ataque. Quando encetámos a recuperação caímos no desperdício em dois ataques relativamente fáceis de concretizar. Era nessa altura que podíamos ter virado o rumo dos acontecimentos."
Treinador do Belenenses
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