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Treinador, um autêntico mito merengue, sentia-se apto a continuar no clube, que levou ao título espanhol há poucas semanas
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Poucas semanas depois de um título espanhol improvável - dados os problemas físicos e disciplinares ao longo da época, o enfarte de Pablo Laso antes das finais e o poderio do Barcelona -, o Real Madrid, contra todas as previsões, ficou 'virado do avesso'. Esta segunda-feira, o clube merengue anunciou o despedimento do seu treinador, um dos mais conceituados da história do emblema merengue, alegando motivos de saúde do técnico, de 54 anos, que será assim substituído pelo seu adjunto Chus Mateo (já tinha orientado a equipa na final do playoff).
"O Real Madrid C. F. tomou a decisão de não manter Pablo Laso como treinador da equipa principal de basquetebol, única e exclusivamente por razões médicas. Depois do enfarte sofrido pelo nosso treinador há algumas semanas, o Real Madrid realizou várias consultas a médicos e especialistas em cardiología, tendo todos eles concordado que continuar nesta altura como técnico do plantel seria um evidente risco para a sua saúde", começou por dizer o clube, em comunicado.
"Na semana passada, o Real Madrid sugeriu a Pablo Laso que deixasse de dirigir a equipa principal, respeitando na íntegra os termos económicos estabelecidos no contrato, esperando pela evolução da sua saúde ao longo da temporada e voltando a analisar a situação em março ou abril. O Real Madrid considera que depois deste episódio coronário agudo que levou a que o nosso treinador fosse submetido a uma operação, e colocado na unidade de cuidados intensivos, seria absolutamente irresponsável não tomar esta decisão. A prioridade para o clube é, antes de tudo, a saúde de Pablo Laso, por quem é nutrido respeito e carinho", garante o emblema espanhol.
No entanto, Laso entendia que tinha condições para continuar no cargo e já preparava a próxima época. Porém, a secção de basquetebol decidiu de outra forma. "O Real Madrid compreende que esta decisão tenha entristecido o nosso treinador, mas nada, nem sequer o Real Madrid, está acima da saúde de alguém e, neste caso, seria um risco que esta instituição não pode evitar", pode ler-se a fechar o comunicado.
Uma outra explicação
Segundo a 'Marca', na origem desta decisão surpreendente está, mais do que razões médicas, o desejo (de há vários anos) de Juan Carlos Sánchez em prescindir de Laso. O responsável pela secção de basquetebol merengue já antes, em 2014, tinha tentado 'livrar-se' do treinador mas sem sucesso. Conseguiu-o agora, colocando assim um ponto final numa das eras mais brilhantes do Real: com Laso, o clube conquistou 22 títulos em 11 épocas, com destaque para 5 campeonatos espanhóis e 2 Euroligas.
O jornal espanhol lembra ainda o despedimento, consumado há dias, do médico da secção, Miguel Ángel López, por se ter negado a passar uma baixa para Laso durante as finais do playoff do campeonato espanhol... O treinador, recorde-se, não esteve no banco nessas partidas diante do Barça, aparecendo apenas na bancada no derradeiro encontro, no WiZink Center.
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