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Grande sucesso da NBA Basketball School de Natal com a participação de 50 jovens
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Carlos Barroca não podia estar mais satisfeito com o balanço de mais um NBA Basketball School Portugal, agora especial de Natal.
No Pavilhão Domingos Fernandes, em Lisboa, durante três dias, meia centena de jovens, dos 8 aos 18 anos, e de várias nacionalidades, tiveram a oportunidade de experienciar um ambiente de partilha e conhecimento.
"Este foi um campo extremamente interessante, porque houve uma grande dificuldade. Tínhamos alguns jogadores bons, federados, muitos jogadores, muito jovens, com pouca experiência, e tínhamos uma mão cheia de jogadores, masculinos e femininos, que nem sequer tinham praticado basquetebol", começou por nos dizer o o diretor técnico do campo, explicando depois como é que os treinadores souberam dar a ‘volta’ à situação.
"Conseguimos conduzir as coisas de maneira a que o que prevaleceu foi o esforço, comprometimento, dedicação, entrega, e quando estas qualidades funcionam, deixa de ser relevante quem é melhor ou quem é pior. Obviamente que, de alguma maneira, conseguiu-se separar os grupos, para que os mais fraquinhos não tivessem que jogar com os mais fortes, nesse aspeto estava equilibrado nessa matéria, mas acabou por ser, digamos, um exercício de coordenação de talento difícil, mas conseguido".
Para Carlos Barroca, todos puderam então usufruir em pleno das valências da iniciativa. "Aquilo que fica no final do campo é que o que aconteceu serviu para todos. Para aqueles que já são jogadores, para aqueles que já são mais velhos, que tiveram a sua competição e as suas aprendizagens, mas também para aqueles que, estando a iniciar-se na modalidade, aprenderam muitas coisas em muito pouco tempo, e foi, de facto, para nós, treinadores, gratificante ver o nível de envolvimento, e de alguma maneira, até, de partilha, algumas vezes e algumas circunstâncias, por parte daqueles que mais sabiam mas também dos que menos sabiam. Portanto, isto também são qualidades importantes, porque no trabalho de uma equipa há sempre melhores e piores".
A partilha entre todos, num campo onde havia participantes de várias nacionalidades, foi fundamental. "Foi interessantíssimo. Nós só podemos ser os catalisadores dessas ideias, desses princípios, mas depois é na prática que isso tem de acontecer. Nós não podemos obrigar ninguém a dar um sorriso ao outro, não podemos obrigar ninguém a estimular o outro, nós só podemos estimulá-los para tal. Por isso, estou de coração cheio, e os treinadores que estiveram lá estão todos de coração cheio, de ver que o esforço que fizemos, de passar as mensagens certas, que foram acolhidas, recebidas e ativadas".
Para o ex- vice-presidente de operações de basquetebol da NBA na Ásia, os jovens que participaram no campo só podem estar orgulhosos do trabalho desenvolvido nestes três dias. "O esforço é uma atividade de superação, não é uma atividade de diminuição. Conseguimos construir essa linguagem do positivo, essa linguagem do ritmo, da comunicação positiva, e os miúdos adotaram-na, divertiram-se, jogaram
intensamente. Basicamente, as partes da manhã foram dedicadas ao ensino, para nos períodos da tarde colocar-se em prática, com competições de 1 contra 1, ou 2 para 2, ou 3 para 3, ou competições de vantagem numérica, ou desvantagem numérica", explicou. "Essas coisas todas acabaram por dar um campo onde, com muito ou pouco talento, o nível de comprometimento e de entrega dos atletas foi absolutamente excecional.
E será que nestes campos se descobrirá um novo talento, um novo Neemias? "Eu sou muito suspeito porque as minhas últimas palavras no campo foi: ‘não deixem que ninguém vos diga que vocês não podem ser bons, não deixem que ninguém vos diga que vocês não podem sonhar, agora não se limitem a sonhar'. Sonhem, traçam objetivos na vossa vida, mas depois sejam capazes de cumprir as metas que têm que cumprir para atingir os vossos objetivos com muito trabalho, com muita dedicação", revelou Carlos Barroca, deixando depois um desejo que gostaria de ver cumprido. "Estavam ali miúdos muito divertidos, alguns que jogam, quer rapazes, quer raparigas, que têm uma disponibilidade para jogar magnífica. Eu espero que o basquetebol português os adote, que eles joguem em equipas que tenham treinadores que os motivem, porque houve muito talento ali, miúdos grandes. Nós, treinadores, o que queremos ver é que os jogadores nos deem o máximo. E aquilo que aconteceu nestes três dias foi que toda a gente deu o máximo, e há ali miúdos e miúdas que se continuarem a ter esta paixão pelo jogo e a dedicarem, digamos assim, as suas emoções para melhorar, com certeza vão ser jogadores importantes no futuro, na nossa modalidade, ao nível das seleções regionais, as seleções nacionais, e quem sabe, com mais sonhos, por exemplo, adiante."
Para 2025, há mais projetos para colocar em prática e se possível de norte a sul do país. "No âmbito destes campos há muitas ideias aqui, há para já uma ideia que é uma confiança absoluta por parte da NBA neste projeto, não só em Portugal, como no mundo inteiro, portanto, este projeto existe em mais de 20 países pelo mundo inteiro, é, digamos, uma mistura do marketing da NBA com a capacidade de criar estes momentos de aprendizagem para os jovens, e nós em Portugal temos, de facto, já muitas ideias de concretizar algumas delas já em 2025, não só de estender a rede e a localização destes campos a mais cidades do país e mais vezes no país, como também procurar alguns sítios onde a escola possa funcionar de uma mais plena, portanto, em vez de ser apenas campos, ser também, digamos, uma atividade que decorre no dia-a -dia".
Para já, segue-se uma viagem que promete ser inesquecível. "Há um grupo de 15 jovens que frequentaram os nossos campos, que vão estar em Paris, de 22 a 25, onde vão não só participar no campo de Paris, como ainda assistir ao jogo entre os Indiana Pacers e os San Antonio Spurs portanto, é momento alto da internacionalização destes jovens, por isso o NBA Basketball School em Portugal está bem vivo e a ideia é cada vez mais espalhar esta magia, para ajudar a que haja mais praticantes para o basquetebol português e ajudar os que já praticam, tanto quanto possível, a serem inspirados por nós e a serem melhores jogadores".
Em suma, para o mentor do projeto, este campo de Natal foi "fantástico".
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