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As declarações do responsável pela secção de basquetebol do FC Porto, Fernando Assunção, sobre aquilo a que chama “amadorismo encapotado” no voleibol, hóquei em patins e futsal e, ainda, no que diz respeito aos estrangeiros das referidas modalidades, por estes jogarem com “vistos de turismo”, mereceu natural reacção dos responsáveis federativos das três modalidades.
“No voleibol os clubes têm todos contratos de trabalho com os jogadores estrangeiros. Eles não podem vir com vistos de turistas, já que a sua permanência no nosso país vai muito além dos 3 meses”, esclarece Vicente Araújo, presidente da Federação de Voleibol (FPV), para quem Portugal não tem condições para ligas profissionais, à excepção do futebol. “A organização do nosso campeonato é profissional, mas os jogadores são amadores.”
Já no hóquei em patins, onde o FC Porto é “rei” há seis temporadas e dispõe de dois estrangeiros (Edo Bosch e Emanuel Garcia), o vice-presidente federativo, Fernando Graça, relembra o estatuto da modalidade. “Tem estatuto de não-profissional. A Federação desconhece como os contratos são rubricados entre clubes e jogadores, embora saiba que, em alguns casos, são utilizados os recibos verdes. Se algum clube utiliza outro expediente, a Federação desconhece”, refere o dirigente.
Quanto ao futsal, Amândio de Carvalho, vice-presidente da FPF, não quis alongar-se muito, atendendo a que não conhecia o teor das declarações do dirigente portista Fernando Assunção. Mesmo assim, fez questão de recordar que, “até ao dia 27 de Dezembro, estavam inscritos na Federação 39 jogadores seniores profissionais”.
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