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Falta pouco mais de uma semana para o arranque oficial da época, com a Supertaça (logo seguida do início da Liga Placard) e um dos grandes destaques dos pavilhões portugueses em 2018/19 vai estar... no Barreiro.
Heshimu Evans, o único jogador a vencer o campeonato português por quatro equipas diferentes (um na Portugal Telecom, um no FC Porto, um na Ovarense e três no Benfica), retirou-se em 2013, depois de ter sido tricampeão pelas águias, mas agora... decidiu voltar. O internacional português, nascido em Nova Iorque, vai jogar no Galitos e explica a razão pela qual decidiu regressar aos 43 anos!
"Quando um atleta termina a carreira, independentemente do que decide fazer, acaba por manter sempre uma certa competitividade. Decidi parar, fui treinador, mas mantive o espírito e a vontade de voltar a jogar profissionalmente. Agora é tempo de também me autodesafiar, aos 43 anos, para voltar a uma forma que me permita jogar bem e realizar os meus sonhos", confessou a Record, numa conversa após um dos seus primeiros treinos no regresso.
Evans, que vai jogar com o 6, em homenagem aos seus seis títulos, acredita que pode compensar a perda de algumas competências físicas... com inteligência! "Posso usar todo o meu conhecimento e experiência. Talvez não seja capaz de fazer tantas coisas fisicamente como fazia no passado, mas aprendi outras que podem compensar isso. Estou entusiasmado e sinto-me bem. Estava ansioso porque não jogava há algum tempo. Habituar-me aos movimentos, à mentalidade, a tudo. É um processo que vai demorar um pouco", disse.
EUA e Índia antes de voltar ao país que ama
Os últimos 5 anos de Evans foram repletos de grandes experiências: voltou a Nova Iorque para treinar jovens da sua 1ª universidade, passou pela Índia, onde ajudou Carlos Barroca a levar o basquetebol a contextos sociais difíceis, e acabou no Kentucky, até perceber que queria voltar a jogar... cá.
"É o país que mais amo: parece tudo igual, as pessoas, o ambiente, continuam iguais e eu adoro isso. Mantive aqui muitos amigos, que fiz durante os oito anos que estive cá, nas mais diversas equipas. O que me lembro mais é dos colegas, dos treinos, dos momentos dentro e fora do campo, das celebrações e das pessoas das diferentes cidades.
No Galitos... é para ganhar: "Acreditaram em mim e acho que podemos ganhar. A Liga vai continuar a ser competitiva, com grandes encontros. Lembro-me que aqui no Barreiro as pessoas adoram o basquetebol e apoiam sempre as suas equipas, independentemente se perdem ou vencem."
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