Polémica na Euroliga: «É a primeira vez que tenho 10 polícias à porta do balneário para prender o meu presidente»

Vitória do Panathinaikos frente ao Valencia marcada por muita tensão

Ergin Ataman, treinador Panathinaikos
Os jogadores de Valencia e Panathinaikos durante o encontro
Ergin Ataman, treinador Panathinaikos
Os jogadores de Valencia e Panathinaikos durante o encontro
Ergin Ataman, treinador Panathinaikos
Os jogadores de Valencia e Panathinaikos durante o encontro

A vitória do Panathinaikos frente ao Valencia (105-107) nos quartos de final da Euroliga de basquetebol ficou marcada por muita polémica. Isto porque o emblema espanhol queixou-se de que o presidente do clube grego, Dimitris Giannakoupoulos, condicionou os árbitros durante a partida.

Na conferência de rescaldo da partida, o treinador do Valencia, Pedro Martínez deixou duras críticas ao dirigente grego: "Ficou claro que felicitei o Panathinaikos, não ficou? Pois bem, o seu presidente é um imprestável e a Euroliga, que é uma liga tão será, não pode permitir que personagens como este indivíduo, que vão contra os valores do desporto, criem mau ambiente num desporto tão bonito. Que o gajo vá à mesa de oficiais para querer condicionar o jogo, parece-me ser de alguém muito imprestável e a Euroliga deveria tomar medidas sobre o assunto".

Na resposta, Ergin Ataman, técnico do Panathinaikos, fez uma curta declaração, recusando-se a responder às perguntas dos jornalistas: "É a primeira vez na minha carreira que, ao acabar um jogo, tenho 10 polícias à porta do balneário a tentar prender o meu presidente. Ganhámos com um cesto em cima da buzina, toda a gente está contente e o Valencia pôs a polícia à frente para que não pudessem entrar para celebrar. Agora querem detê-los. Vemo-nos em Atenas". 

Já depois das declarações do treinador do Panathinaikos, o Valencia anunciou, através de um comunicado, que vai apresentar queixa de Dimitris Giannakopoulos.

"O Valencia condena a atitude do presidente do Panathinaikos, Dimitris Giannakopoulos, que ultrapassou qualquer limite durante o jogo ao aproximar-se da mesa com uma atitude deplorável, tentando influenciar e interpelar os árbitros, negando-se a acatar as indicações das forças de segurança e gerando uma tensão injustificável O Clube apresentará uma queixa formal e espera que a Euroliga castigue severamente este tipo de comportamentos que mancham a boa imagem do nosso desporto, sabendo que se trata, além disso, de uma pessoa reincidente".

1
Deixe o seu comentário
Newsletters RecordReceba gratuitamente no seu email a Newsletter Geral ver exemplo
Ultimas de Basquetebol
Notícias
Notícias Mais Vistas