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Na segunda parte, os seixalenses consumaram uma fantástica recuperação, passando para a liderança do "score" nos instantes finais. Mas um triplo de Cantamessa e uma perda de bola de Ravutzov acabaram por ser fatais
O FC PORTO volta a estar numa decisão da Taça da Liga, depois de ter arrebatado a edição de 1999/2000 em Faro e de ter disputado a final de 1998/99 (em Barcelos) com o Seixal, que então conquistou o troféu. Foi uma vitória suadíssima e em que a chama dos dragões perdurou até ao fim, superando um Seixal com um grande coração e uma vontade indómita de ganhar.
Os portistas ostentaram uma clara superioridade durante toda a primeira parte, controlando o ritmo de jogo através da excelente acção dos seus bases (Geary e Perdigão) e de uma grande atenção aos movimentos do extremo espanhol Pepe Artiles, um dos jogadores mais desequilibradores do Seixal, mas que foi pura e simplesmente travado pela cerrada marcação a que foi sujeito, tendo terminado a partida com somente quatro pontos contabilizados.
Na segunda parte, porém, o "filme" foi outro, como logo se pôde constatar pelo parcial de 10-0 verificado. O Seixal acertou finalmente na marcação, procedendo a oportunas mutações defensivas. Enquanto os seixalenses evidenciaram um grande coração, os portistas foram perdendo a... razão. O técnico Alberto Babo solicitou um "time-out", tentando travar o ascendente adversário, mas foi sol de pouca dura. Com o norte-americano Shawn Jackson bastante inspirado, a equipa da margem sul do Tejo foi diminuindo a diferença até chegar à igualdade (66-66), a 5,30 minutos do fim.
Momentos vertiginosos
Os derradeiros cinco minutos foram absolutamente vertiginosos. Alberto Babo volta a pedir um desconto de tempo e troca Santi Toledo pelo seu melhor triplista - Jim Cantamessa. Acantonado numa "apertada" defesa zona 1x2x2, o Seixal tapa todos os caminhos para o cesto e só resta aos portistas tentarem o tiro exterior. Cantamessa marca um triplo logo na reentrada e devolve a liderança ao FC Porto. O Seixal não se deixa abater, mas uma perda de bola (com 46 segundos para jogar) do base Ravutzov, na sequência de uma penetração para o cesto, permite aos dragões sentenciarem o encontro, que acabou por se decidir da linha de lance livre.
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