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Reestruturar a equipa é o objectivo do FC Porto deste ano, que conta com seis caras novas, cinco delas desconhecidas, mas com os objectivos de sempre, embora o título não seja assumido frontalmente
O PLANTEL do FC Porto para a próxima temporada começou a trabalhar domingo de manhã com oito caras novas, mas com a ambição de sempre, muito embora a constituição do plantel de agora e face aos da concorrência não permita assumir frontalmente a candidatura ao título.
O FC Porto desta temporada, face às saídas de oito jogadores, sendo que três deles (Rui Santos, Raúl Santos e João Rocha) foram elementos de grande influência na manobra do conjunto da última época, é uma equipa em reestruturação.
Agora, é tempo de trabalho para encaixar todas as peças e construir uma base sólida de trabalho para depois se averiguar as potencialidades destes dragões e qual o rendimento que podem dar.
Dos seis reforços adquiridos, apenas o extremo Paulo Sousa, que transferiu-se da formação madeirense do CAB para a Invicta, é português. A nacionalidade dos restantes cinco divide-se entre os Estados Unidos (Rayford Young, Jim Cantamessa e Adam Allenspach) e Espanha (Pelayo Suarez e Santi Toledo).
A remodelação do plantel é um facto, mas o contributo dos novos portistas, principalmente por causa da forte concorrência dos outros clubes, é ainda uma incógnita.
Saíram jogadores internacionais e entraram valores desconhecidos em Portugal, os quais o treinador Alberto Babo, que vai cumprir a sua quarta temporada consecutiva como treinador principal da equipa, tem que renabilizar ao máximo. Há três épocas que o FC Porto não consegue saborear o título e, de ano para ano, comparando com a década dourada de 90, o troféu tem ficado cada vez mais distante.
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