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Mais que a derrota com a Polónia, Mário Palma ficou desiludido com a forma pouco empenhada...
A derrota de Portugal diante da Polónia (73-81), na terceira jornada da “poule” A do Campeonato da Europa, a decorrer na Lituânia, foi bastante penosa para a formação nacional. Depois de ter rubricado uma primeira parte notável, reduzindo o adversário à vulgaridade, a Seleção desuniu-se e rapidamente deixou escapar a preciosa vantagem (36-29) obtida em 20 minutos. Mário Palma diz que o único responsável é ele, por não ter conseguido motivar os seus homens, mas os recados, nas declarações aos jornalistas, foram mais que muitos...
“Fizemos uma segunda parte horrível. Disse aos jogadores que era essencial manter a vantagem nos primeiros 4/5 minutos do terceiro período. Tinha (e tenho) a certeza que se aguentássemos esses primeiros instantes da segunda parte que a vitória não escapava. Mas, fizemos tudo ao contrário. Sofremos 13 pontos seguidos e um parcial de 2-16. Depois, é verdade, ainda recuperámos, mas o desgaste mental de ter de andar sempre atrás do resultado foi fatal”, resumiu.
Mário Palma, bem ao seu estilo, continuou as críticas. “Os jogos não têm 20 minutos, mas sim 40. Temos de jogar sempre com energia, lutar até ao fim e de forma coletiva. Mas, na segunda parte, não fomos equipa, apenas um grupo de jogadores. O treinador sou eu, o responsável sou eu, a culpa é minha porque não os consegui motivar”, disse, visivelmente desalentado e com algo mais atravessado na garganta...
“Portugal devia aproveitar este Europeu para melhorar a sua imagem a nível internacional. Tem sido feito um esforço enorme para, em escassos 2 meses, poderem ser dados autênticos ‘saltos de canguru’, mas assim é complicado. Se isto fosse um clube, garanto que tudo se resolvia rapidamente. Mas é uma Seleção, não se trabalha o ano inteiro. E não nos podemos esquecer da rotação que fazemos. Temos jogadores a atuar muitos minutos neste alto nível que, em Portugal, não jogam. Não ter experiência internacional também contribuiu para o que nos sucedeu hoje. Mas, independentemente de tudo o resto... podíamos e devíamos ter ganho. Não é desprestigiante perder com uma equipa do calibre da Polónia, mas não se pode perder desta forma”, reforçou.
Mas, apesar de tantas críticas e desalento, o treinador assegura que Portugal ainda não saiu do Europeu. “Temos mais dois jogos e ninguém nos tira da cabeça a ideia de ganhar à Grã Bretanha. Com a Lituânia é mais complicado, mas também dependerá do facto de eles poderem já ter a sua classificação definida”, finalizou.
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