Bicampeão da NBA, seis vezes no All-Star Game e no All-NBA Team, o cartão de apresentação de Kawhi Leonard mostra todo o sucesso que o norte-americano já teve ao longo da sua carreira no basquetebol. Contudo, o nome do ala de 34 anos dos Los Angeles Clippers é hoje notícia nos Estados Unidos e não é pelos números que alcançou dentro da quadra, mas sim fora dela.
De acordo com o jornalista Pablo Torre, Kawhi Leonard terá celebrado um contrato ilegal com o multimilionário Steve Ballmer, antigo diretor executivo da Microsoft e o principal acionista dos Clippers, com o intuito de contornar o teto salarial (salary cap) da NBA. Segundo as informações divulgadas por esta fonte, a formação de Los Angeles terá pago cerca de 28 milhões de dólares (cerca de 24 milhões de euros à conversão atual) a Kawhi Leonard devido a contratos de publicidade e promoção através da empresa Aspiration. Contudo, Kawhi Leonard nunca participou em nenhum evento promocional da marca, não justificando, assim, o valor recebido por esse serviço... fictício.
Através de um comunicado emitido pelo jornalista Shams Charania, da ESPN, os Clippers negaram ter comitido qualquer tipo de ilegalidade no acordo celebrado com Kawhi Leonard: "Não há nada de incomum ou impróprio em patrocinadores de equipas assinarem acordos com jogadores da mesma equipa. Nem Steve [Ballmer] nem a organização dos Clippers tiveram qualquer supervisão sobre o contrato independente de Kawhi com a Aspiration. Dizer o contrário é completamente errado", vincou o clube.
Kawhi Leonard, que recebe anualmente cerca de 50 milhões de dólares (cerca de 43 milhões de euros), ainda tem mais dois anos de contrato com os Clippers.
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