Como a mãe de Michael Jordan o convenceu a assinar o contrato que lhe mudou a vida

Lenda dos Chicago Bulls deixou de jogar em 2003 mas continua a ser o basquetebolista da NBA que mais fatura

• Foto: Reuters

Deixou de jogar em 2003 mas continua a ser o basquetebolista que mais fatura na NBA e tudo se deve a um contrato que assinou em 1984 e que ele nem queria assim tanto. 

Michael Jordan era um novato em 1984, ano em que se estreou na NBA pelos Chicago Bulls, mas desde logo se tornou evidente que seria uma estrela. Na altura, a Converse era a grande marca associada à NBA, mas eles só queriam basquetebolistas já credenciados. Jordan tinha o sonho de ter a sua coleçao de ténis e gostava da Adidas, outra das marcas que na altura lhe fechou a porta.

Foi a Nike quem quis apostar no jovem Michael Jordan, mas ele não estava para aí virado. A Nike era associada ao atletismo e Jordan, segundo relata o documentário 'The Last Dance', não queria nem sequer reunir-se com os responsáveis da marca norte-americana. Até que entrou em cena Deloris Jordan.

Esta intervenção da mãe do basquetebolista mudaria para sempre a sua vida: Deloris Jordan convenceu o filho a reunir-se com a Nike, "nem que fosse só para ouvir o que tinham para dizer". "Foi ela quem me fez entrar no avião ", diz Jordan.

Na reunião, o agente de Jordan David Falk impôs que o basquetebolista deveria ter sua própria linha de ténis com seu nome. E a proposta da Nike foi de encontro ao pretendido... o resultado é hoje bem conhecido: os ténis mais vendidos no Mundo são os Nike de Michael Jordan, tendo a marca do basquetebolista, a Jordan Brand, faturado em 2019 cerca de 3 biliões de dólares.

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