Erro judicial? Homem condenado pelo homicídio do pai de Michael Jordan pode sair em liberdade

James Jordan foi assassinado há mais de 30 anos a tiro, quando dormia no carro que lhe fora oferecido pelo filho

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O juiz que presidiu ao julgamento dos dois homens que em 1994 terão assassinado o pai de Michael Jordan, condenando-os a prisão perpétua, pediu agora a libertação de um deles, alegando que um inocente pode estar atrás das grades.

O pai do antigo jogador da NBA foi assassinado em julho de 1993, aos 56 anos, quando dormia num carro (que lhe fora oferecido pelo filho), junto a uma estrada, na Carolina do Norte. No julgamento Larry Demery e Daniel Green, de 18 anos, acusaram-se mutuamente, não se sabendo ao certo quem disparou o tiro fatal - levaram depois o corpo de James Jordan para um pântano - e foram ambos condenados a prisão perpétua. 

Mas agora, mais de 30 anos depois, o juiz Gregory Weeks, que já se encontra reformado, pediu ao conselho de liberdade condicional do estado da Carolina do Norte que liberte Daniel Green, pois teme haver um inocente atrás das grades.

Weeks, que terá repensado o caso, alega que o testemunho de um perito forense deixou dúvidas sobre se Green, agora com 48 anos, seria culpado do crime. 

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