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Portugal teve a maior comitiva no evento onde estiveram representados nove países e em que, além dos treinos, os jovens puderam ainda assistir ao duelo entre Spurs e Pacers
Enquanto San Antonio Spurs e Indiana Pacers mediam forças em dose dupla no espaço de três dias em Paris, no âmbito dos tradicionais jogos 'overseas' de fase regular da NBA, dezenas de jovens davam tudo para, quem sabe um dia, poderem estar na liga a que todos os basquetebolistas aspiram.
A NBA Basketball School reuniu 88 jovens de várias idades e de nove países diferentes para várias sessões de treino durante três dias. Portugal foi uma das nações representadas e com o maior contingente, num total de 15 atletas também de várias nacionalidades: Ana Marta Braga, Beatriz Fonseca, Kyarah Sulemange, Matilde Vitorino (todas de Portugal) e Tassimy Cassinda (Inglaterra) completaram o lote de raparigas; Cem Atli (Turquia), Gabriel Costa, Ivano Martins, João Figueiredo, Salvador Reigota, Tiago Gouveia, Tomás Spínola, Vicente Almendra (todos de Portugal), Milosz Majka (Polónia) e Yolyio Servin (França) compuseram o grupo de rapazes.
Perante um lote credenciado de treinadores e com presenças de craques como Danilo Galinari e Ian Mahinmi, ambos com passagens pela NBA, estes adolescentes puderam aprender mais. Mas acima de tudo, viver uma experiência que os marcará para a vida. Desde logo pelo facto de um dos treinos ter sido no Accor Arena, o palco dos tais duelos entre Spurs e Pacers. Ao lançarem para aquelas tabelas, era impossível apagar o sonho de um dia o fazerem novamente naquele lugar mas de forma profissional. E, naturalmente, com muitas fotografias para assinalar o momento, além de muitas novas amizades.
De resto, foi esse mesmo o conselho de Mahinmi a fechar o Campus, quando apareceu de surpresa e falou com os jovens participantes. "Prestem atenção a quem está ao vosso lado. Daqui a uns anos voltarão a encontrar-se. Nunca se sabe onde as ligações que criamos nos levarão. Aproveitem o momento, estimem e não enganem o jogo, pois ele ripostará. Comecei com 11 anos e as coisas foram muito rápidas. (...) Respeitem os vossos colegas, os vossos pais e os treinadores. Toda a gente. O resto aparecerá", disse o antigo poste francês, campeão pelos Dallas Mavericks em 2011, dando mais dicas práticas: "crioterapia, acupuntura, beber água, comer bem e meditação."
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Chris Oliver, o diretor técnico do campo, optou por uma abordagem diferente no processo de apreendizagem. "Quis ensinar de um modo positivo. É possível dar uma instrução em simultâneo com um elogio, até como forma de motivação", disse a Record, estratificando as prioridades deste evento: "viver o ambiente, explorar e aprender". Cem Atli, jovem turco da comitiva portuguesa e que alinha no Sporting, também confirmou que, pese tudo o que aprendeu a nível basquetebolístico, o ambiente em torno do campo foi o que "mais gostou".
E como se não bastasse, a comitiva portuguesa ainda pôde assistir ao primeiro duelo entre San Antonio e Indiana, assim como ao Jogo das Celebridades e visitar a NBA House. Além de, obviamente, conhecerem uma das cidades mais importantes do Mundo.
Carlos Barroca, embaixador da NBA Basketball School em Portugal e que também esteve presente em Paris, destacou a "grande experiência para toda a gente". "A viagem, situações diferentes, a cidade em si e depois o sonho de ver um jogo da NBA. Do ponto de vista do treino foi uma experiência fascinante com um técnico canadiano com um método completamente novo para eles, o que representou um desafio. As visitas de um jogador da NBA e de um antigo campeão da prova foram um toque de classe. O impacto desta experiência não é logo visível para estes jovens, mas acredito, pela experiência que tenho, que vai mudar coisas na vida deles: no basquetebol, na disciplina, na maneira de abordar a relação com o Mundo e com os colegas e que vão aproveitar isto para mudar coisas na vida deles. Foi uma experiência fantástica", sintetizou.
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