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Canoísta português lembra que não é especialista na distância
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O canoísta Fernando Pimenta assumiu este domingo a frustração de ter ficado em quarto lugar na final de K1 500 metros dos Mundiais, embora sem tempo para a digerir até disputar ainda a prova dos 5.000 metros em Milão.
"Dei tudo aquilo que tinha e mais alguma coisa. Ficou mais do que 100% dentro da água. Infelizmente esse 100% hoje não foi o suficiente para conseguir bater os meus três adversários que ficaram à minha frente. É um quarto lugar, aquele que ninguém quer, ficar à porta das medalhas...", lamentou.
Na lateral pista nove, Pimenta, que há dois anos tinha sido bronze nesta distância, concluiu em 1.39,71 minutos, a 1,28 segundos do ouro do checo Josef Dostal, atual campeão olímpico de K1 1.000 metros, que bateu o húngaro Adam Varga, bronze em Tóquio2020 e Paris2020, por nove centésimos, e o espanhol Alex Granieri, por 62.
"Mas é assim, é o desporto. Estou de consciência tranquila, pois dei o meu melhor numa distância que não é a minha especialidade. Não consegui ser mais rápido que os três adversários que foram à minha frente", resignou-se.
Pimenta quer "sempre mais e melhor", contudo acredita que a sua atitude e desempenho "honrou os portugueses", aos quais espera dedicar novo pódio no último desafio dos Mundiais, em K1 5.000, distância na qual foi prata há dois anos.
"É uma prova que tem que ser muito bem gerida, há especialistas que vieram única simplesmente para fazer esta regata. A parte mais complicada para mim é gerir as portagens, que me tiram da zona de conforto, mas vou tentar dar o meu melhor por um bom resultado", prometeu.
Pimenta já tem uma medalha em Milão, a de bronze na categoria olímpica K1 1.000 metros.
Portugal soma mais dois pódios, nomeadamente a prata em K2 500 metros por João Ribeiro e Messias Baptista, que na sexta-feira se sagraram campeões do Mundo em K4 500, juntamente com os estreantes Gustavo Gonçalves e Pedro Casinha.
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