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O final da temporada velocipédica mundial ficou marcado também pela contestação à participação da equipa da Israel em algumas provas, com epílogo na Volta a Espanha, onde várias etapas não chegaram ao fim, inclusive a última em Madrid.
Devido a este facto, a formação do World Tour teve mesmo de mudar de nome, surgindo em 2026 com outra designação e aparentemente sem qualquer ligação a Israel.
Mas nada disto parece mover a ideia de Israel poder vir a acolher o início de uma Volta a França, com o apoio precisamente de do multimilionário israelo-canadiano Sylvan Adams, então patrão da equipa de ciclismo.
Uma ideia avançada pelo presidente da federação de ciclismo do país, que recorda o sucesso que foi o acolhimento de Israel ao início do Giro em 2018.
"Não posso dizer agora que nos vamos candidatar, mas nunca deixámos de sonhar fazê-lo", frisou Dafna diz Lang. "Não posso falar por Sylvan Adams, mas acredito que, assim que tivermos uma paz estável, realizaremos muitos projetos de nível mundial. Somos pessoas muito otimistas, já trouxemos o Giro, tudo é possível", garantiu ainda o dirigente.
Na quinta e última etapa, o espanhol Raúl Pierna (Movistar) impôs-se ao sprint no final dos 94,7 quilómetros, entre Bétera e Valência
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