João Almeida era um ciclista feliz após vencer esta quarta-feira a quarta etapa do Paris-Nice, à frente de Jonas Vingegaard, subindo a quinto da geral.
“Estou super feliz. Foi um dia difícil, porque muita coisa aconteceu nesta etapa, nevando um pouco até. Mas nunca desistimos. Merecemos e estou muito feliz com a vitória", começou por dizer João Almeida, referindo que até se sentiu confortável durante a etapa, apesar de não se dar com temperaturas baixas. "Estava a sofrer, mas nunca desisti".
O ciclista da Emirates explicou depois como decorreram os quilómetros finais, coincidentes com a contagem de montanha de primeira categoria. "A subida não era suficientemente íngreme e foi difícil, por isso, reduzir o grupo de favoritos. O Jonas [Vingegaard] atacou, numa altura em que não estava bem colocado mas dei o meu melhor".
Para João Almeida, a etapa desta quarta-feira permitiu também à UAE Emirates mostrar outra cara, depois do contrarrelógio coletivo discreto, que fez ao ciclista português perder mais de 40 segundos para os homens da Visma, nomeadamente para Vingegaard.
"Ontem [anteontem] não foi o nosso dia, e hoje tivemos outra oportunidade. Precisávamos de tirar partido dos aspetos positivos, como o facto de me estar a sentir muito bem".
E vencer esta edição do Paris-Nice? Está ao alcance de João Almeida? “Podemos ganhar, mas não depende só de mim. Penso que estou em boa forma, sinto-me bem e certamente darei o meu melhor".
Por RecordRajadas de 90 km/h previstas para o alto de Vallter
Ciclista belga bateu ao sprint o venezuelano Leangel Linarez (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua)
Ciclista da INEOS já tinha ganho a primeira etapa e reforça a liderança da classificação geral
Esloveno conquistou vitória épica na clássica italiana
Extremo 'explode' nas redes sociais
Antigo treinador de Sporting e Real Madrid tem 77 anos
Incidente deu-se no encontro com Quinta dos Lombos a que o ala assistiu. Jogava o seu filho
Bruno Andrade, extremo do AFC Rushden & Diamonds, é um jogador livre
Obra sobre as epopeias vikings impressa no século XVI
Jovem madeirense só tem 17 anos mas já com lugar na história do desporto português