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Espanhol reforçou liderança na Volta ao Algarve e tem 44 segundos de vantagem sobre o português (3.º)
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Juan Ayuso (Lidl-Trek) reforçou esta sexta-feira a liderança da Volta ao Algarve, ao ser 2.º no contrarrelógio individual da 3.ª etapa, em Vilamoura (19,5 km), só batido pelo favorito Filippo Ganna (Ineos). O espanhol ganhou 37 segundos a João Almeida (Emirates), que foi 10.º no crono e manteve o 3.º posto da geral, mas agora a 44 segundos do líder - Paul Seixas (Decathlon) é 2.º a 7 segundo do camisola amarela.
Após a etapa, Ayuso admitiu que a diferença para Almeida é considerável, mas não descarta o português da luta pela vitória final. “Sim, é uma distância um pouco mais difícil de recuperar, só há mais um dia difícil, mas a UAE tem uma equipa muito forte e de certeza que vão tentar algo. Não vão ficar sem tentar e temos de estar atentos”, notou, admitindo ainda que espera ser pressionado por Paul Seixas na 5.ª e última etapa, domingo, na subida ao Malhão: “Vendo como o Paul foi forte hoje e ontem [ganhou na Fóia], acho que no último dia ele vai realmente colocar alguma pressão e ainda assim as diferenças de tempo são muito próximas. Portanto, sim, ainda há tudo para jogar."
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Sobre o contrarrelógio, Ayuso mostrou-se satisfeito com a prestação e admitiu que perdeu... "contra um dos melhores do mundo". “A equipa foi-me dizendo os tempos ao longo do percurso, porque tínhamos a referência do meu colega Jacob [Söderqvist], pois sabíamos que ele também tinha feito um tempo muito bom. Ter essa referência foi muito importante e sabia em quase todos os quilómetros como estava a ir em comparação com o Jacob, o que me ajudou muito a saber que estava a fazer um bom ‘crono’. Com cinco segundos de diferença custa sempre perder, mas se perdermos contra um dos melhores do mundo, não faz mal", disse.
O 'crono' de Vilamoura teve uma particularidade. Só o líder da classificação da montanha, Tomas Connte (Aviludo), correu com as respetivas cores (camisola azul). Ayuso não levou a amarela - Paul Seixas, líder da juventude e dos pontos, também correu com equipamento normal - e explicou os motivos. "Bem, foram conversas que tivemos com o organizador, com a UCI, entenderam que era importante para nós sairmos com o fato de contrarrelógio, porque as equipas investem muito dinheiro e tempo para criar um fato rápido e, para termos condições iguais entre todos, autorizou-nos a sair com ele. Tenho de agradecer ao organizador por ter compreendido que esta é também uma corrida de preparação e que é importante testar o nosso material e equipamento para as próximas corridas", finalizou.
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