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'Marca' fala em "estudos" que determinam quanto tempo as substâncias duram no corpo dos atletas
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Ao longo dos últimos anos, o mundo do ciclismo tem ficado marcado por alguns casos de doping que, nos dias de hoje, parecem ser cada vez mais comuns. De maneira a comprovar isto mesmo, o jornal 'Marca' revela, esta terça-feira, alguns dos métodos que os atletas daquela modalidade têm usado para fugirem aos controlos antidoping, ou melhor, para passarem despercebidos nos mesmos.
Segundo a mesma fonte, um dos 'truques' mais utilizados é o das janelas noturnas. Aquela publicação refere que os ciclistas não podem ser controlados nas suas casas entre as 23h00 e as 6h00, e que boa parte das substâncias já não são detetadas nos testes ao fim de uma janela de sete a oito horas. "Eles [as equipas, os ciclistas] têm estudos em que sabem quanto tempo as substâncias duram no corpo. Isso significa que, por exemplo, os médicos podem prescrever uma substância às 23h01 para que, pelas 6h00 da manhã, já não haja vestígios", pode ler-se no jornal espanhol, que falou com um especialista no assunto. Para que se possam realizar verificações a meio da noite, diz ainda a 'Marca', são precisas "licenças especiais". Este procedimento não acontece com frequência.
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Outro método passa por 'tirar partido' dos laboratórios que realizam os testes. A 'Marca' explica que, na América do Sul, apenas existe um laboratório especializado - situado no Brasil, no Rio de Janeiro -, pelo que "é impossível que uma análise bem feita chegue no prazo de 48 horas". Em África e na Europa o cenário é semelhante, pelo que os resultados demoram sempre alguns dias a chegar. "De quinta-feira à noite até domingo, [os ciclistas] podem fazer o que quiserem porque é quase certo que ninguém os vai verificar", acrescenta a mesma fonte.
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