Hector Guerra e Izidro Nozal suspensos por 2 anos

Os espanhóis Hector Guerra e Isidro Nozal, que representavam a extinta Liberty Seguros, foram suspensos por dois anos pela União Ciclista Internacional (UCI), que divulgou esta sexta-feira uma lista de oito corredores castigados por doping.

Guerra e Nozal tiveram resultados positivos, por EPO CERA, em controlos surpresa realizados a 3 de agosto de 2009, antes do início da Volta a Portugal, à semelhança do português e companheiro Nuno Ribeiro, que viria a vencer a prova.

O português, vencedor da Volta a Portugal em 2003, está suspenso preventivamente e aguarda para os próximos dias uma decisão do Conselho Disciplinar da Federação Portuguesa de Ciclismo, sabendo-se desde outubro que a sua contra-análise foi positiva.

Tanto Guerra como Nozal são considerados suspensos desde a data dos controlos, a partir da qual todos os resultados desportivos obtidos por ambos são anulados, e ficam inibidos de competir até 2 de agosto de 2011. O primeiro foi ainda multado em 35 000 euros e o segundo em 17 500.

Na lista agora publicada pela UCI constam ainda outros nomes, alguns deles de casos já conhecidos, nomeadamente os italianos Danilo Di Luca e Gabriele Bosisio, os espanhóis Mikel Astarloza e Alberto Fernandez e o holandês Thomas Dekker, todos penalizados por dois anos.

Os corredores de ciclocrosse polacos Kacper Szczepaniak e Pawel Szczepaniak foram punidos por quatro e oito anos, respetivamente.

A UCI anunciou ainda a suspensão preventiva do francês Mickael Larpe, devido a um controlo positivo por EPO na corrida Cholet-Pays de Loire, a 20 de março, e do italiano Alessandro Colo, que acusou clenbuterol, a 25 de abril, na Volta ao México.

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