Anulado o final em montanha devido aos protestos pró-Palestina perto da meta
O grupo de Vingegaard e Almeida chegou a mais de cinco minutos de Egan Bernal. Após a neutralização da chegada em montanha, não há alterações na classificação geral, com o dinamarquês a manter os 48 segundos de vantagem para o ciclista português.
Veja aqui as classificações.
Pela segunda vez uma etapa vai ser neutralizada. Desta vez a oito km da meta, pelo que não haverá final em subida.
A 20 km da meta, o grupo de Jonas Vingegaard segue a sete minutos da fuga e já com poucas unidades. O líder ainda tem dois companheiros com ele, já João Almeida tem um e Marc Soler mais à frente
Egan Bernal (Ineos Grenadiers), Mikel Landa (Soudal Quick-Step) e Clément Braz Afonso (Groupama-FDJ) seguem isolados Marc Solerb (Emirates) não consegue juntar-se à frente da etapa.
A penúltima subida do dia tem estradas muito estreitas e piso degradado
Faltam 27 km para a meta e os fugitivos já vão a caminho da penúltima contagem de montanha do dia. Segunda categoria com 5 km no total e 3.2 km com percentagem de inclinação de 8.9 por cento. Pelotão segue a mais de sete minutos
Marc Soler (Emirates) está no segundo grupo dos escapados, a 10 segundos, e luta para tentar chegar à frente. O espanhol vai pela terceira vitória em etapas na edição de 2025 e não para uma eventual ajuda a João Almeida na subida final
Brieuc Rolland (Groupama-FDJ) e Nico Denz (Red Bull-Bora-Hansgrohe) juntaram-se a Egan Bernal (Ineos Grenadiers), Mikel Landa (Soudal Quick-Step) e Clément Braz Afonso (Groupama-FDJ) na frente da fuga, levam 20 segundos de vantagem para os restantes escapados. Pelotão com Vingegaard e Almeida segue a quase sete minutos.
Na frente da fuga tentam isolar-se três ciclistas: Mikel Landa (Soudal), Egan Bernal (INEOS) e Clément Braz Afonso (Groupama), este último com raízes portuguesas.
A 60 km da meta não se registam grandes movimentações no grupo dos favoritos, com Jonas Vingegaard e João Almeida lado a lado, isto quando se sobe à contagem de primeira categoria. Pela frente ainda haverá mais duas montanha, ambas de segunda, a última na meta
A caminho da segunda contagem de montanha do dia, esta de primeira categoria, a fuga continua com mais de quatro minutos de vantagem. Os escapados são: Marc Soler (UAE Team Emirates-XRG), Andrea Bagioli (Lidl-Trek), Jefferson Cepeda (Movistar Team), Nico Denz (Red Bull-Bora-Hansgrohe), Mikel Landa, Mauri Vansevenant (Soudal Quick-Step), Egan Bernal, Bob Jungels (INEOS Grenadiers), Sean Quinn (EF Education-EasyPost), Finlay Pickering (Bahrain Victorious), Clément Braz, Rudy Molard, Brieuc Rolland (Groupama-FDJ), Victor Guernalec, Louis Rouland (Arkéa-B&B Hotels), Kevin Vermaerke (Picnic-PostNL) y Jake Stewart (Israel-Premier Tech).
Desistência do espanhol Javier Romo (Movistar), ciclista que sofreu uma queda na etapa anterior, depois de um manifestante pró-palestina ter quase invadido a corrida.
Na aproximação à primeira contagem de montanha do dia, no Alto de San Antonio, de terceira categoria, com 8.9 km a 4.1 de inclinação média, a Visma do líder Jonas Vingegaard lidera do pelotão, sendo que na frente segue a fuga de 17 ciclistas com mais de quatro minutos de avanço.
Dezassete ciclistas compõem a fuga que parece estar a vingar quando se aproxima a primeira contagem de montanha do dia. Entre os escapados está um homem da Emirates, o espanhol Marc Soler, que já tem duas vitórias em etapas. Neste grupo está também Egan Bernal (INEOS), o mais bem posicionado na geral, a 15.42 minutos.
Foi sol de pouca dura a tentativa de Amiral. Agora seguem na frente da etapa Andrea Bagioli (Lidl), Bob Jungels (INEOS), Finlay Pickering (Bahrain) e Victor Guernalec (Arkéa). Mas a vantagem é muito curta
Bruno Amiral, ciclista da AG2R, tenta a sua sorte no pelotão. O francês vai em 2026 correr por outra equipa, tendo sido confirmado na equipa da Visma
Um grupo de 8 ciclistas ensaia um ataque, mas é rapidamente apanhado pelo pelotão, que segue agora compacto. Temos muitos quilómetros ainda pela frente...
A corrida tem sido marcada pelos protestos pró-palestina. “Toda a gente tem o direito de protestar e manifestar-se pelo que acha que é correto”, disse João Almeida, mas lamentando que as manifestações possam “colocar os corredores em perigo”. Já Vingegaard afirmou que é “de lamentar que os protestos tenham de acontecer na Vuelta”, mas atribuiu essa situação “ao muito desespero e a necessidade de mais atenção” para o que se passa em Gaza.
“O João Almeida também é um grande contrarrelogista. É simplesmente um grande ciclista, mas eu preciso de me concentrar na minha corrida. Quero ter o melhor desempenho possível”, frisou Jonas Vingegaard.
“O adversário é bastante forte, não será tarefa fácil. Queremos dar o melhor nas chegadas em alto e no contrarrelógio, procurar todos os segundos possíveis. Para ganhar tempo, é preciso ser-se superior, estar mais forte do que o adversário”, frisou João Almeida sobre Vingegaard. “Tem-me parecido bastante forte, bastante consistente, em todos os dias. Já é a sua imagem de marca.”
Bom dia! Depois de um dia de descanso, a Vuelta entra esta terça-feira na última semana, com mais uma etapa de montanha, bem jeito de João Almeida. O ciclista português da Emirates é segundo na geral, a 48 segundos de Jonas Vingegaard.
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