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Juan Ayuso e Florian Lipowitz são os adversários mais 'temidos' pelo ciclista português
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Juan Ayuso e Florian Lipowitz são os adversários mais 'temidos' por João Almeida na Volta ao Algarve, uma prova que o ciclista português quer vencer pelo menos uma vez na carreira e à qual chega em boa forma.
"Ter o dorsal '1' nas costas é motivante. Esperamos terminar no primeiro lugar, que sabemos que vai ser difícil, mas vamos tentar", assumiu o corredor da UAE Emirates, em entrevista à agência Lusa e Rádio Renascença.
Na ausência do campeão em título, o dinamarquês Jonas Vingegaard, e da sua Visma-Lease a Bike, coube ao segundo classificado da passada edição a responsabilidade de usar o '1', algo que não faz o melhor voltista português da atualidade sentir mais pressão na véspera do arranque da 52.ª Volta ao Algarve.
"É um objetivo que eu gostava de carreira ganhar a Volta ao Algarve pelo menos uma vez", declarou, assumindo que o segundo lugar em 2025 lhe ficou "um pouquinho" atravessado por sentir que ficou "tão perto e tão longe ao mesmo tempo".
Nesta edição, que vai para a estrada na quarta-feira, em Vila Real de Santo António, e termina no domingo, no alto do Malhão (Loulé), os seus grandes adversários serão, na sua opinião, o espanhol Juan Ayuso, em estreia pela Lidl-Trek, e o alemão Florian Lipowitz (Red Bull-BORA-hansgrohe), terceiro classificado do Tour2025.
"E deve haver para aí algum outro de que eu me estou a esquecer", ressalvou.
Almeida chega à 'Algarvia' com um segundo lugar na primeira prova da época, a Volta à Comunidade Valenciana, onde, embora o percurso não fosse 100% a seu jeito, acredita que esteve bastante bem -- ficou 31 segundos atrás de Remco Evenepoel (Red Bull-BORA-hansgrohe).
"E a forma é boa, sinto-me bem, portanto tem tudo para correr bem nesta Volta ao Algarve", avaliou.
O vice-campeão da Vuelta2025, que na prova portuguesa será escoltado pelos compatriotas António Morgado, Rui e Ivo Oliveira, mostrou-se agradado com o "percurso ligeiramente diferente, um bocadinho mais duro" da 52.ª edição.
"É melhor para trepadores, com a subida à Fóia a ser mais dura e duas passagens no Malhão, e um contrarrelógio plano, mas diferente do habitual. [O 'crono'] parece-me ser muito bom", resumiu.
Potencialmente prejudiciais podem ser os 'pontos quentes' (aglomerados de sprints intermédios) introduzidos pela organização no percurso deste ano.
"Se calhar, há dias em que talvez a fuga esteja ainda na estrada, talvez não. Mas temos de lidar com as circunstâncias e temos de nos adaptar", afirmou com o seu habitual pragmatismo.
Conquistar a Volta ao Algarve, assume, também lhe daria outro 'embalo' para a Volta a Itália, agendada entre 08 e 31 de maio.
"Acho que começar também bem a temporada é sempre positivo, dá-nos confiança para as próximas corridas. Ainda tenho algumas corridas até lá [ao Giro], espero vencer mais, mas vamos tentar o nosso melhor", reforçou.
Na 'corsa rosa', o corredor de 27 anos reencontrará Vingegaard, o ciclista que ficou à sua frente na Volta a Espanha.
"É um adversário muito duro e muito bom. Estivemos perto [na Vuelta de derrotá-lo], mas faltou o quase. E acho que já é motivo de orgulho, fizemos um excelente trabalho. E é continuar a esforçar-me para ser ainda mais forte e tentar ganhar", destacou.
Almeida reconheceu que quando decidiu optar pelo Giro, prova na qual subiu ao pódio como terceiro classificado em 2023 e à que não voltou desde então, já contava que o duplo vencedor do Tour (2022 e 2023) fosse um dos seus rivais.
"Já havia rumores, já estávamos à espera que ele fosse. Se não fosse, era melhor. Mas o facto de ele ir acho que é bom para mim também. Torna a corrida mais dura, um bocadinho mais controlada também. E acho que vai ser uma bonita Volta a Itália", perspetivou.
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