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O corredor do Carvalhelhos/Boavista lembra o mau início de temporada mas acaba a formular um desejo. “Ficar entre os cinco primeiros seria muito bom”, refere
JOAQUIM Gomes voltou, ontem, a mostrar uma condição física invulgar e uma vitalidade fora do comum, ao terminar a subida para a Torre no terceiro lugar, sendo apenas surpreendido por Santi Perez e Juan Mercado, respectivamente primeiro e segundo classificados.
O corredor do Carvalhelhos/Boavista, vencedor de duas edições da Volta a Portugal (1989 e 1993) – onde cumpre nada menos que a 17ª participação –, fez questão de marcar posição no seu território favorito, a alta-montanha, demonstrando, deste modo, que os seus 35 anos (completa 36 em Novembro) não diminuem as possibilidades de conseguir um lugar de destaque no final da corrida. Um dado que não sendo de todo novo assume particular importância, tendo em conta os últimos desenvolvimentos da carreira de um ciclista que é profissional desde 1986 representando, desde então, Sporting, Louletano, Sicasal, Lousa, Boavista e LA Pecol. “O início de temporada foi extremamente difícil. Aliás, por causa disso, muitas pessoas já não acreditavam em mim”, admitiu Joaquim Gomes, recordando, a passagem, fugaz, pelo Benfica (cuja secção de ciclismo foi extinta), clube de onde passou para o... desemprego e daqui para a casa-mãe, o Boavista – acrescente-se que só começou a competir no GP Philips, entre 16 e 20 de Maio.
Satisfação vs. ambição
“Subir a Serra da Estrela é um dom que Deus me ofereceu. Costuma acontecer todos os anos e, assim, em termos pessoais, só posso dizer que estou bastante satisfeito”, começa por referir Gomes, descrevendo o final da etapa de ontem: “O início era difícil e, como me interessava uma corrida de regularidade, resguardei-me para tirar partido da parte final. Contudo, o homem da Barbot surpreendeu-me”, concluiu.
Em relação aos objectivos para a restante prova, Gomes, que ocupa a sexta posição da geral, garante que “passam por conseguir um lugar no ‘top 10’”, mas sempre vai ajuntando: “Ficar nos cinco primeiros, no entanto, seria muito bom.”
Uma meta que o contra-relógio por equipas ameaçou de certa forma, dada a prestação global do Boavista, mas que o ex-corredor da LA não desiste de perseguir, começando já hoje na “cronoescalada” Manteigas-Piornos. “O c/r de amanhã (quinta-feira) não é especificamente para contra-relogistas, mas para os ciclistas que recuperarem bem do desgaste da Torre”, antevê.
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