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O anunciado regresso da Liberty Seguros ao pelotão ciclista português, em 2011, foi vetado pela "casa-mãe" – norte-americana - da seguradora, cessando o acordo com 10 corredores, refere, esta segunda-
O anunciado regresso da Liberty Seguros ao pelotão ciclista português, em 2011, foi vetado pela "casa-mãe" – norte-americana - da seguradora, cessando o acordo com 10 corredores, refere, esta segunda-feira, a empresa em comunicado.
"A Liberty Seguros de Portugal não patrocinará, ao contrário do que tinha previsto, uma equipa portuguesa de ciclismo profissional, na sequência de uma determinação expressa pela sua casa-mãe - o Liberty Mutual Group -, que decidiu vetar um apoio direto da marca a uma equipa de ciclismo profissional", pode ler-se.
Anteriormente, a formação, que teria Manuel Correia como diretor desportivo, já tinha anunciado o acordo com 10 corredores, entre eles o campeão português de fundo em elites, Rui Sousa (ex-Barbot-Siper), e de sub-23, Marco Coelho (Liberty Seguros-SM Feira), e Vítor Rodrigues, que corria na formação espanhola Caja Rural.
António Amorim, ex-Barbot-Siper, Filipe Cardoso, José Mendes e Edgar Pinto, oriundos da LA-Rota dos Móveis, Sérgio Sousa e Ricardo Vilela, da Madeinox-Boavista, e Fábio Silvestre (ex-Liberty Seguros-SM Feira) eram os ciclistas comprometidos com este projeto, agora inviabilizado, alegadamente devido ao histórico de casos positivos envolvendo equipas patrocinadas pela seguradora.
"Ainda não refeita do trauma provocado pelos dois casos de doping em equipas de ciclismo profissional associadas à marca Liberty em Espanha e em Portugal com o lamentável caso ocorrido em 2009, a Administração do Liberty Mutual Group decidiu agora reafirmar, de forma categórica, o total afastamento da marca em relação a uma equipa de ciclismo profissional", refere o mesmo comunicado.
Em 2005, o corredor da espanhola Liberty Wurth, Roberto Heras, foi suspenso e viu ser-lhe retirada a vitória na Vuelta desse ano, devido a um controlo antidoping positivo, depois do português Nuno Ribeiro ter sido excluído do Giro desse ano, por ter apresentado uma taxa de hematócrito (glóbulos vermelhos) superior ao limite permitido.
Mais recentemente, em 2009, novamente Nuno Ribeiro, juntamente com os espanhóis Hector Guerra e Isidro Nozal, que alinhavam na formação portuguesa Liberty, foram controlados positivamente, tendo o corredor de Sobrado sido desclassificado da Volta a Portugal, que tinha ganho, e a equipa foi imediatamente extinta.
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