Para poder usar esta funcionalidade deverá efectuar login.
Caso não esteja registado no site do Record, efectue o seu registo gratuito.
Agora, à luz novos factos, os advogados da família Pantani já trabalham para reabrir o caso, ainda que o mesmo já tenha prescrito.
Seguir Autor:
Uma investigação da procuradoria de Forli, que esta segunda-feira é destacada pela "La Gazzetta dello Sport", revela que terá sido a Camorra a responsável pela expulsão de Marco Pantani do Giro'1999, numa altura em que o malogrado ciclista liderava a prova.
De acordo com a "Gazzetta", tudo terá ocorrido a 5 de junho de 1999, no Hotel Touring, em Maddona di Campiglio, antes da penúltima etapa, altura em que o italiano foi excluído por ter acusado um nível de glóbulos vermelhos superior aos 50% permitidos pela UCI. Ora, segundo a investigação, a máfia napolitana entrou em ação nessa altura, até porque as suas apostas para o vencedor iam contra o então ciclista da Mercatone Uno.
"Um membro da camorra ameaçou um médico para que alterasse a análise e para que o Pantani fosse excluído", aponta o procurador Sergio Sottani, dando assim um desfecho à investigação que iniciou em 2014. Nesse processo, reconstruiu os passos do ex-ciclista, falecido em 2004, ouviu dezenas de pessoas e chegou a esta conclusão.
Agora, à luz novos factos, os advogados da família Pantani já trabalham para reabrir o caso, ainda que o mesmo já tenha prescrito.
Esloveno venceu quatro das cinco etapas e sucede a João Almeida como vencedor da prova
Olímpica portuguesa no pódio em omnium
Campeão olímpico no madison e 'vice' no omnium em Paris'2024 foi o mais rápido nos 169,5 quilómetros cumpridos entre Oiã e a Costa Nova
Esloveno da Emirates chega à terceira vitória na prova
Com a derrota do St. Gallen, a equipa chegou ao título na véspera do seu 128.º aniversário
Fotografia já se tornou viral
Imprensa turca fala numa oferta no valor global de 50 milhões de euros
Participação de Jesús Noguera tem dado que falar, sobretudo pelas semelhanças com o antigo futebolista