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Vinte anos após ter ganho a Volta, o director desportivo dos maiatos regressa aos êxitos. Agora, com um sentimento de maior alegria, personificada pela euforia de toda a equipa e cidade
A VITÓRIA de Fabian Jeker na 63ª edição da Volta a Portugal provocou um clima de euforia por toda a cidade da Maia, mas foi no seio da equipa, e particularmente em Manuel Zeferino, que mais se notou a conquista. Afinal, o director desportivo dos maiatos, que venceu a prova há vinte anos, comemorava um sucesso para o qual trabalhava há já oito temporadas.
"Quando ganhei foi uma grande alegria, mas agora é ainda maior. Só tenho vontade de abraçar o Jeker e os outros", confessou Zeferino, pouco depois de ser felicitado por Américo Silva, o seu homólogo na LA Pecol. O responsável técnico da Maia fez questão de dar "os parabéns a quem esteve na luta até ao final", mas sublinhou a justiça do resultado. "Apostámos muito no início da época, conseguindo ganhar a Volta a Valência com o Jeker, depois averbámos uma série de vitórias em Portugal e continuámos com o segundo lugar do Horrach nas Astúrias, onde vencemos também por equipas e a montanha", recorda, salientando: "A partir daquele momento concentrámo-nos na Volta, adbicando de participar no GP Abimota e no GP Philips, e as coisas felizmente saíram-nos bem. Controlámos a corrida desde o primeiro dia, naquela que foi a Volta mais dura de sempre."
O primeiro abraço
Foi no meio da confusão instalada, por entre expressões de regozijo, fotos para a posteridade e palavras de consagração, que Jeker "rompeu" para procurar os companheiros. Ao primeiro deles, Gonçalo Amorim, deu um abraço de cumplicidade. "Ele [Jeker] correspondeu com uma vitória categórica no 'crono'. Após tantos anos, finalmente conseguimos a vitória", frisou Amorim, elogiando o "campeão". "É temperamental e humilde, tendo conseguido integrar-se bem na equipa. Se não fosse querido pelos colegas, não teríamos trabalhado para ele como o fizemos."
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