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Depois de um período de descompressão, Rui Costa vai focar-se no Campeonato do Mundo, que este ano se disputa em Florença, Itália, em setembro...
Com o fim do Tour, verifica-se também o final da primeira parte da temporada para grande parte do pelotão mundial, que faz da emblemática corrida o principal objetivo do ano. Agora é tempo de descansar um pouco, desacelerar, para voltar a estar em forma nas provas marcadas para o final da época.
É neste cenário que se encontra Rui Costa. O poveiro, vencedor de duas etapas na Volta a França de 2013 - feito só então alcançado por Joaquim Agostinho em 1969 -, às quais se junta a conquistada em 2011, vai por estes dias participar em alguns critérios que servirão acima de tudo para os amantes da modalidade verem de perto aqueles que foram as grandes estrelas do Tour e que são pagas a peso de ouro para correrem. E a cotação do português subiu de tal forma que hoje é imprescindível a sua presença neste tipo de competição.
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Depois de um período de descompressão, Rui Costa vai focar-se no Campeonato do Mundo, que este ano se disputa em Florença, Itália, em setembro. De acordo com o selecionador nacional, José Poeira, o percurso da prova de estrada é à medida do ciclista de Aguçadoura, que tem lugar garantido na Seleção Nacional.
"A escolha dos ciclistas está ainda em aberto, mas depois do que o Rui tem feito e salvo contratempos de última hora, ele estará no Mundial. Já falei com ele sobre a prova, sobre o percurso, que é à sua medida. É muito seletivo, dos mais duros dos últimos anos", frisou ao nosso jornal José Poeira.
Para já, o nosso país pode participar na prova de estrada com três ciclistas.
"Antes do Tour era este o número, mas agora teremos de ver como está o ranking. Se forem apenas três teremos naturalmente mais dificuldades perante as seleções que vão competir com nove elementos", destacou ainda o técnico.
Ainda antes do Mundial, Rui Costa deverá também marcar presença nas clássicas do Canadá, provas do Calendário Mundial e de boas recordações para o ciclista da Movistar: em 2011 ganhou o Grande Prémio de Montreal e o ano passado foi 3.º no Grande Prémio do Québec.
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