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Em 2007 foi despedido do Benfica devido a uma análise positiva por EPO Na altura, assumiu "inteira responsabilidade" por um ato que definiu como "irrefletido, infeliz e isolado"...
Sérgio Ribeiro, um dos ciclistas favoritos dos portugueses, suspenso esta sexta-feira por 12 anos devido a irregularidades no passaporte biológico, demonstrou que o positivo por EPO em 2007 não foi um mero ato irrefletido e isolado.
Quer pelos resultados, quer pelo carinho dos adeptos, o ciclista do Louletano-Dunas Douradas é responsável pelo mais duro golpe vivido pelo ciclismo português desde o positivo de Nuno Ribeiro na Volta a Portugal 2009 e do consequente "caso Liberty".
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Herdeiro de Cândido Barbosa nos corações dos adeptos da modalidade, "Serginho", como é conhecido no pelotão, deixou este ano a Efapel-Glassdrive (antes Barbot) depois de quatro temporadas vitoriosas, nas quais conquistou por duas vezes a camisola de pontos da Volta a Portugal (2010 e 2011).
Aos 32 anos, Sérgio Ribeiro, eleito ciclista do ano em 2011 e 2012, assinou contrato com um Louletano-Dunas Douradas construído ao seu redor, abraçando o quarto projeto desde que se tornou profissional em 2004.
Quase sempre fiel ao diretor desportivo Carlos Pereira, o matosinhense deu as primeiras pedaladas na ASC-Vila do Conde, antes de assinar pela Barbot, onde permaneceria até 2006, mudando-se na época seguinte para o Benfica depois de ter vencido a Volta ao Alentejo e ter liderado o "ranking" nacional.
O percurso nos "encarnados" foi curto, já que em abril foi despedido devido a uma análise positiva por EPO num controlo fora de competição. Na altura, assumiu "inteira responsabilidade" por um ato que definiu como "irrefletido, infeliz e isolado".
Ribeiro voltaria à Barbot em 2009, depois de cumprir a suspensão de dois anos imposta pelo Conselho Disciplinar da Federação Portuguesa de Ciclismo.
O recomeço deu um novo fôlego à sua carreira, com alguns dos seus triunfos mais importantes a serem conquistados a partir dessa época: venceu cinco etapas da Volta, uma na Volta a Castilla e León, em 2010, e foi segundo no Troféu Joaquim Agostinho, em 2011.
Na última edição da maior prova velocipédica do calendário nacional, "Serginho" teve de abdicar de lutar pela camisola dos pontos, que seria a sua terceira consecutiva, para ajudar o espanhol David Blanco a chegar ao recorde de seis vitórias na geral individual da Volta. Mesmo assim, foi sétimo em Lisboa, um lugar abaixo do que tinha feito no ano anterior.
Este ano, já com o processo de averiguação a decorrer, aquele que é uma das figuras mais populares da modalidade em Portugal foi o primeiro camisola amarela do Troféu Joaquim Agostinho, ao vencer a primeira etapa, e festejou o triunfo final no Grande Prémio Abimota.
Simpático e disponível, criou com as suas vitórias e com o seu carisma uma aura que hoje cai definitivamente por terra.
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