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Francês da Soudal-Quickstep é o primeiro camisola amarela da 52.ª Volta ao Algarve
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A teoria de que a 1.ª etapa da Volta ao Algarve iria ser discutida ao sprint confirmou-se na prática e Paul Magnier superou a concorrência na chegada a Tavira. O francês da Soudal-Quickstep alcançou a primeira vitória da temporada, a 25.ª da carreira como profissional e enverga a primeira camisola amarela na 52.ª edição da corrida algarvia.
“Está a ser um início de época muito bom. Passei um inverno bastante bom. Hoje foi a primeira vez que corri com uma equipa muito forte e um comboio muito bom. Entendemo-nos bem e conseguimos tomar as decisões certas na parte final. Estou muito feliz por ter conseguido ganhar hoje. As pernas estão muito boas. Espero ter outra oportunidade no sábado e tentar novamente o melhor resultado possível", disse Magnier no final da etapa, acrescentando: "Pelos sprinters presentes, é a minha maior vitória. Mostra que estou em boa forma. Foi um final de que gostei muito e a equipa fez um trabalho muito bom. Vi o [Jasper] Philipsen demorar algum tempo a lançar-se, por isso, decidi ir para a esquerda. Era cedo, mas no final senti-me muito forte. É o tipo de chegada que me assenta muito bem e foi perfeito."
O corredor de 21 anos, que tinha sido 2.º na Clássica de Valência, em janeiro, admitiu que teve um gosto especial superar Philipsen. "Já o tinha vencido, mas é verdade que hoje ele tinha um comboio muito bom com ele, juntamente com o Kaden Groves. O lote de sprinters também era muito bom, por isso estou muito orgulhoso do desempenho coletivo", considerou Magnier, também o 1.º líder dos pontos e da juventude.
Connte quer preservar a azul
Um dos heróis do dia foi Tomas Contte (Aviludo), que assumiu a liderança da classificação da montanha ao passar em 1.º nas duas contagens de 3.ª categoria da etapa. "Tínhamos o objetivo de procurar esta camisola hoje e vamos tentar defendê-la nos dias que faltam", frisou o ciclista argentino, assumindo que a equipa algarvia pretende repetir o que conseguiu na edição de 2025 através do compatriota Nicolás Tivani. "No ano passado conseguimos e o objetivo é tentar mantê-la até ao final", atirou, admitindo que "provavelmente" voltará a ir para a fuga na 2.ª etapa, amanhã, com final no Alto da Fóia.
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