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Em declarações a Record, o presidente da Associação de Ciclistas Profissionais, mostra-se surpreendido com a decisão
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Em declarações a Record, Paulo Couto, presidente da Associação de Ciclistas Profissionais, mostra-se surpreendido com a decisão. "Ainda no outro dia o diretor da Volta a Portugal reafirmava a importância da W52-FC Porto estar presente e agora temos esta notícia", começou por dizer, sublinhando que teme pelo futuro do ciclismo português. "Sinto uma grande tristeza por toda esta lamentável situação. Tudo o que envolva doping afeta o prestígio da modalidade em Portugal e isto pode ter implicações muito graves no futuro, pelo impacto que está a ter agora, por ser uma equipa desta dimensão, que chamava uma massa adepta muito grande para a estrada... É uma machadada muito forte que causa bastante apreensão. Esta situação pode afetar muitas carreiras, pode fazer com que seja mais complicado encontrar parceiros que apostem no ciclismo e isso vai desde os profissionais até às camadas jovens. Falamos do futuro da modalidade", concluiu.
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