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Emblemática prova de ciclismo acredita poder contar com a presença de público
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O surto de coronavírus deixou em suspenso o Mundo do desporto. Contudo, apesar do aparecimento da crise sanitária a direção da Volta a França não descartou, em qualquer momento, a possibilidade de manter presença de público no seu emblemático evento, mesmo que, para que tal aconteça, tenham de existir várias restrições.
"Será um Tour único e singular com muitos pontos interessantes, especialmente para os ciclistas que tiveram de preparar-se de forma distinta devido a toda esta situação. Terá menos calor mas com mais vento, veremos menos pessoas nas ruas, provavelmente, mas a festa estará presente, respeitando as medidas sanitárias", conta Chris Prughomme, diretor do Tour, em entrevista à Agencia France Presse.
Contudo, as alterações não ficam por aqui. Para Chris Prughomme, a ausência de beijos, abraços e até autógrafos poderá ser fundamental para o bom funcionamento da prova, que tem data para arrancar no próximo dia 29 de agosto.
"Certamente que não haverão beijos nem abraços durante as cerimónias oficiais. E certamente que não será o melhor ano para serem pedidos autógrafos. O público poderá vir ao Tour, mas haverá um filtro mais severo. Nas montanhas, favoreceremos a quem subir a pé, de bicicleta ou em transportes adequados. Mas, repito, a situação pode ser alvo de alterações a cada dia que passa", apontou.
Estrelas do ciclismo deverão comparecer 'em peso'
Poderá parecer um contrassenso, mas o surto da Covid-19 resultará, muito possivelmente, em uma maior presença da elite do ciclismo na Volta a França. Isto porque devido à suspensão das provas do calendário de ciclismo, as equipas encontram-se financeiramente mais débeis, ressalvando que o Tour devolve, pelo menos, 70% dos valores contribuídos pelos investidores nas formações, pelo que, as equipas não evitarão levar os seus melhores atletas para a competição.
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