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O ciclista holandês (Alpecin-Fenix) foi segundo este domingo
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O ciclista holandês Mathieu van der Poel (Alpecin-Fenix), segundo na Volta a Flandres, admitiu este domingo que o dinamarquês Kasper Asgreen (Deceuninck-QuickStep) "foi mais forte" no sprint que decidiu a corrida entre os dois.
Asgreen, de 26 anos, ganhou a clássica de 254,3 quilómetros, entre Antuérpia e Oudenaarde, com um tempo de 6:02.12 horas, batendo ao sprint o holandês, vencedor de 2020 e grande favorito à vitória.
"Ele [Kasper] fez um sprint dos diabos. Estou feliz por ele, porque corre as clássicas como eu gosto", concedeu o holandês, após cortar a meta em Oudenaarde.
"Senti, durante a corrida, que Asgreen estava muito forte, eu já sentia as pernas cansadas no fim. Estou bastante desapontado, mas perdi para alguém mais forte, é mais fácil de aceitar", descreveu.
Após chegarem isolados ao final, graças a um poderoso ataque do ciclista da Alpecin-Fenix que distanciou outro dos grandes favoritos, o seu arquirrival Wout Van Aert (Jumbo-Visma), Van Der Poel vinha na frente, com o ciclista da Deceuninck-QuickStep na roda, e ao lançar o 'sprint' foi ultrapassado pelo dinamarquês, acabando por desistir de tentar, em cima da meta, reconhecendo a superioridade do adversário.
O holandês sentiu, de resto, que estava "no limite" mesmo antes do momento em que se lançou na discussão pela vitória final, em que o dinamarquês acabou por levar a melhor.
Mesmo que vá "demorar a digerir" o resultado, no fim da temporada das clássicas da primavera, voltar ao ciclocrosse, a disciplina que pretende atacar nos Jogos Olímpicos Tóquio2020, adiados para este verão, vai ajudar a "limpar a cabeça".
"Senti-me bem nos últimos quilómetros, por isso decidi confiar no meu sprint. No último quilómetro, seguia na roda do Mathieu e sabia que ainda tínhamos uma vantagem, por isso segurei-me e decidi quando atacar", contou Asgreen, após o final.
Com "ambos no limite", a decisão foi "por pequenas margens", na consagração do segundo dinamarquês a ganhar a Ronde, depois de Rolf Sorensen em 1997, no que foi "um dia perfeito" da Deceuninck-QuickStep, especializada neste tipo de clássicas e que hoje conseguiu a 14.ª vitória em 2021.
O belga Greg van Avermaet (AG2R Citroën) fechou o pódio - é já o ciclista que mais vezes terminou entre os três primeiros (quatro) sem conquistar o 'Monumento' da Flandres -, a mais de meio minuto dos dois primeiros, e reconheceu que o terceiro lugar "não é mau", uma vez que não foi o melhor em prova.
Por seu lado, Wout van Aert foi sexto e reconheceu que esperava "melhor no objetivo principal da primavera", tendo percebido, na segunda passagem por Kwaremont, que "não tinha boas pernas".
"Simplesmente não fui bom o suficiente. Tive de deixar Asgreen e Van Der Poel seguir no Paterberg, mas continuei a lutar. Mentalmente, não estava mais ali, queria que acabasse tudo o mais cedo possível. Estou desiludido? Sim e não. Dei tudo, não posso pedir mais. Mas a 'Ronde' é o meu grande objetivo. Voltarei para a ganhar, preciso disso", declarou o belga, segundo em 2020.
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