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Russa ainda teve forças para ser segunda, atrás de Agustina Reys, reforçando a liderança
Valeria Valgonen (Massi-Tactic) viveu um dia atribulado na segunda etapa da Volta a Portugal Feminina Cofidis, ontem disputada entre Torres Vedras e Caldas da Rainha. A russa caiu, ficou muito dorida, mas ainda teve forças para ser segunda na discussão ao sprint, reforçando a liderança na classificação geral. Na chegada impôs-se à uruguaia Agustina Reyes, que deu a segunda vitória consecutiva à equipa portuguesa Matos Mobility/Optiria.
Os 100,4 quilómetros da ligação ficaram marcados pelas duas contagens de montanha de terceira categoria, que partiram o pelotão em vários grupos, chegando mesmo a deixar na frente doze corredoras, entre as quais as maiores candidatas à camisola amarela final.
Só que o pelotão reagiu a tempo de levar as decisões para a reta da meta, em empedrado, onde a possante Agustina Reyes suplantou Valeria Valgonen, que tentou surpreender no sprint. A terceira foi a polaca Alicja Ulatowska (Soltec Team Costa Cálida).
"Foi um sprint muito duro. Sabia que devia entrar na reta da meta na frente, porque os paralelos eram muito complicados. Uma colega de equipa colocou-me muito bem e pude disputar a vitória, numa etapa muito dura, porque se acelerou muito na subida. Felizmente estive à altura", exultou a vencedora.
As bonificações deixaram Valeria Valgonen ligeiramente mais confortável em posse da camisola amarela, tendo a colega de equipa, a equatoriana Miryam Nuñez a seis segundos, e a britânica Freya Rawlins (Soltec Team Costa Cálida), a dez. "Foi muito difícil, porque fiquei com o corpo todo dorido. Apesar disso consegui discutir o sprint e consegui mais alguns segundos de bonificação", reagiu Valgonen, camisola amarela.
Miryam Nuñez passou a liderar a montanha e polaca Alicja Ulatowska chegou-se à frente na classificação por pontos. Marta Carvalho (Extremosul/Hotel Alísios/CA Terras do Arade) continua a ser a melhor jovem e a Massi-Tactic segue na dianteira por equipas.
A jornada mais longa
A terceira etapa da competição corre-se hoje, entre Aveiro e Águeda. É a tirada mais longa desta edição da Volta a Portugal Feminina Cofidis, com 111,3 quilómetros.
A chegada, num topo, poderá ditar algumas pequenas diferenças na classificação geral, sempre importantes numa corrida que tem vindo a ser disputada ao segundo.
Beatriz Roxo é a melhor lusa
Numa corrida em que as ciclistas estrangeiras têm sido as principais protagonistas, há um nome português que se tem destacado: Beatriz Roxo. A gaiense representa a equipa espanhola Cantabria Deport-Rio Miera e é a melhor ciclista nacional desde o prólogo, ocupando a quarta posição da geral, a 20 segundos da camisola amarela.
"É sempre muito bom ser a melhor portuguesa, mas estamos aqui a trabalhar como equipa e não a pensar num resultado individual. Além disso, cada uma das portuguesas dentro das suas equipas tem uma função diferente", contextualiza a ciclista de 18 anos.
Esta é a segunda participação de Beatriz Roxo na Volta a Portugal Feminina Cofidis, evento que define como "muito importante, principalmente porque cresceu e porque traz equipas de fora, que mostram um pouco do que é o ciclismo internacional às equipas portuguesas."
Para as duas etapas em falta, Beatriz Roxo garante que irá pensar "etapa a etapa, em função das sensações, dos planos da equipa e do desenrolar da corrida." Não se compromete em lutar pelo estatuto de melhor portuguesa. A corrida "é carta em aberto."
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