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OS médicos de cinco equipas portuguesas (Maia, LA/Pecol, Cantanhede, Porta da Ravessa e Barbot Torrié) assinaram, ontem, um comunicado onde expressam o seu lamento pelas situações já ocorridas nesta Volta a Portugal em relação aos controlos “antidoping” efectuados pelo CNAD.
Os clínicos afirmam que “existe claramente uma discriminação em relação aos atletas portugueses, pois até há dois dias apenas os ciclistas das equipas portuguesas eram controlados e, desde ontem, apenas os ciclistas portugueses passaram a ser controlados. Isto significa alteração dos critérios (imorais) de selecção dos atletas, sendo os portugueses claramente discriminados, enquanto os estrangeiros não são sujeitos a tal avaliação”.
A terminar o comunicado, afirma-se que “não nos parece oportuno ocupar o único momento de descontracção do ciclista, o período após o jantar, com este tipo de actividade”.
UCI controla 34 corredores
Entretanto, na manhã de ontem, entre as 6h45 e 8h30 a União Ciclista Internacional (UCI) fez análises ao sangue a 34 corredores de quatro equipas (Maia/Milaneza/MSS, Euskaltel-Euskadi, Gresco-Tavira e LA/Pecol). Todos os testes foram negativos.
Manuel Zeferino, director desportivo da formação do Maia/Milaneza/MSS, apenas fez notar que “a hora não foi a mais adequada, pois os corredores tiveram de se levantar muito cedo para uma etapa dura, como é a da Torre”.
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