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Na etapa de domingo já tinha ameaçado. Segunda-feira, o ciclista da Farm Frites, que em 1993 venceu uma etapa na Volta a Portugal, foi superior aos adversários. Na frente da classificação geral continua o suíço Alex Zulle
À SEGUNDA é de vez. Não foi preciso esperar pelo tradicional adágio popular para que Jans Koerts cumprisse a sua sorte.
Depois do segundo lugar obtido na tirada de domingo, atrás do espanhol Oscar Freire, o holandês da Farm Frites não vacilou no ataque final, vencendo a etapa de segunda-feira, esta sim a terceira, e mais longa da 55ª edição da Vuelta (198,4 km), disputada entre Montoro e Valdepenas.
O corredor de 31 anos (comemorou-os há cinco dias), imprimiu uma pedalada ”infernal” no período decisivo, atingiu a cabeça da corrida a dois metros da meta, e acabou por superar o italiano Alessandro Petacchi (Fassa Bortolo), que havia partido para o ”sprint” logo no início do último quilómetro, pela diferença de apenas ”meia bicicleta”!
“O facto de Cipollini e Freire não terem discutido o ’sprint’ levou a que desde cedo muitos corredores tentassem a vitória”, começou por afirmar o ciclista que, em 1993, então na Festina, ganhou uma etapa na Volta a Portugal, fazendo referência, em seguida, ao duelo particular com Petacchi: ”O Petacchi esteve perto, mas felizmente não geriu correctamente o esforço. Esta vitória dá-me tranquilidade.”
Tranquilo parece estar também Alex Zulle, que após três tiradas continua a vestir a camisola dourada de líder. O suíço é, aliás, o detentor do recorde de dias no comando da corrida espanhola (43) e, se mantiver esta posição até ao final (venceu em 1996 e 1997), igualará o ”registo” histórico do seu compatriota Tony Rominger, com três títulos – obtidos em 1992, 93 e 94. Zulle não esconde a satisfação: “Manter a liderança é algo especial. Estou muito contente”, admitiu o homem da Banesto, lançando já a etapa de hoje: “Se os meus rivais não atacarem nas bonificações, tudo deverá ficar como está. Mas nunca se sabe. O terreno é muito duro e há que estar sempre atento.”
OARBEASKOA ATACA
Quem esteve em destaque, no percurso de segunda-feira, foi Ruben Oarbeaskoa, da formação portuguesa LA Pecol. Embora a sua ida à Vuelta tenha estado em dúvida até ao último momento (na lista provisória de inscritos o número 129 não estava atribuído), o espanhol, acabou por ser o primeiro corredor da formação de Alpiarça a alcançar o protagonismo.
Oarbeaskoa, no primeiro ano como profissional, atacou quando faltavam 53 quilómetros para a meta e, perante, a passividade do pelotão, chegou a ser líder virtual, com 3.30 minutos de vantagem. No entanto, quando as equipas dos ”sprinters” reagiram (principalmente a Saeco de Cipollini e a Liquigás) o corredor da LA Pecol, já bastante desgastado, não foi capaz de responder. A cerca de 20 quilómetros da meta a fuga foi anulada. Mas o mais importante foi alcançado: protagonismo.
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