Remco ultrapassa Almeida
Eis a classificação geral após a segunda etapa do Giro.
Ganna segurou o primeiro posto e João Almeida é agora 5.º
Eis a classificação geral após a segunda etapa do Giro.
O final a Novara trouxe-nos uma estreia a ganhar em grandes voltas... do corredor e da equipa. Tim Merlier da Alpecin Fenix foi o mais rápido do pelotão e bateu nomes como Giacomo Nizzolo, Elia Viviani ou Dylan Groenewegen.
A etapa de amanhã apresenta nova oportunidade para os sprinters - principalmente para Ewan e Gaviria que ficaram fora da luta hoje -, mas tem características diferentes. O final da etapa tem quatro várias subidas (duas de quarta categoria, uma de terceira e a última não categorizada) e algumas equipas poderão tentar aumentar o ritmo para tentar deixar os homens mais rápidos para trás.
A Bora de Peter Sagan é quem se espera que faça este trabalho, mas homens como Caleb Ewan e o próprio Tim Merlier também passam bem por estas dificuldades.
Mas não é certo que haja sprint, isto porque há a possibilidade de ataques naquela última dificuldade do dia.
A aposta de ontem não correu muito bem, mas vamos tentar de novo e... no mesmo corredor: Caleb Ewan.
Até amanhã!
Os três portugueses em prova chegaram inseridos no pelotão, com o mesmo tempo do vencedor:
50.º João Almeida (Deceuninck)
59.º Ruben Guerreiro (EF)
62.º Nelson Oliveira (Movistar)
Com este resultado, quebra-se o ciclo de João Almeida que, pela primeira vez em 23 etapas na Volta a Itália, termina fora do top 30.
Tim Merlier bateu Giacomo Nizzolo (2.º), Elia Viviani (3.º) e Dylan Groenewegen (4.º) numa chegada complicada na qual Caleb Ewan e Fernando Gaviria ficaram completamente fora da luta.
Gaviria foi 'fechado' pelo colega Molano e quase caiu, mas as barreiras 'salvaram-no'. No que toca a Ewan, entrou muito mal posicionado no último quilómetro.
Peter Sagan fez quase tudo bem, mas não teve potência suficiente e ficou em quinto.
Tim Merlier (Alpecin) é o mais rápido na chegada a Novara.
A cinco quilómetros da meta, a Deceuninck comanda o pelotão.
Thomas de Gendt lidera o pelotão já dentro dos últimos 10 quilómetros. Comboios formados.
Com os dois segundos de bonificação conquistados no sprint intermédio, Remco Evenepoel fica com mesmo tempo de João Almeida. Ganna aumenta a liderança.
Resultados do sprint intermédio:
1. Filippo Ganna (Ineos) - 3 segundos
2. Remco Evenepoel (Deceuninck) - 2 segundos
3. Iljo Keisse (Deceuninck) - 1 segundo
4. Gianni Moscon (Ineos)
5. Jhonatan Narváez (Ineos)
Ganna foi o mais rápido no sprint intermédio e soma 3 segundos de bonificação. Remco Evenepeoel em segundo, soma dois segundos.
O pelotão apanhou os fugitivos. 26 quilómetros para a meta.
Com 31 quilómetros para a meta, a vantagem da fuga cai para baixo dos 30 segundos.
1. Filippo Tagliani (Adroni) - 12 pontos
2. Umberto Marengo (Bardiani) - 8 pontos
3. Fernando Gaviria (UAE) - 6 pontos
4. Elia Viviani (Cofidis) - 5 pontos
5. Andrea Pasqualon (Wanty) - 4 pontos
6. Peter Sagan (Bora) - 3 pontos
7 - Max Richeze (UAE) - 2 pontos
8. Riccardo Minali (Wanty) - 1 ponto
Elia Viviani sprintou para o primeiro lugar do pelotão no sprint intermédio, mas... enganou-se. O italiano passou na frente no pórtico dos 40 quilómetros e parou, Gaviria apercebeu-se disso e ficou com o terceiro posto.
O sprint intermédio foi ganho por Tagliani, com Marengo em segundo.
Vantagem da fuga é de minuto com 43 quilómetros para o final.
Queda de Davide Garburo, da Bardiani. Sem problemas de maior.
A vantagem dos homens da frente para o pelotão continua a descer: 1:20 a 58 quilómetros da meta.
Elia Viviani (Cofidis): "Espero conseguir a minha sexta vitória no Giro. Queremos fazer algo importante hoje. O último quilómetro vai ser muito rápido e há muitos homens fortes com bons comboios. Eu também tenho, o meu irmão Attilio e o Fabio Sabatini. Se, no final, tiver de escolher uma roda, será a do Fernando Gaviria."
Depois de conquistar o prémio de montanha, Vincenzo Albanese teve agora um problema mecânico, foi obrigado a trocar de bicicleta e está prestes a ser alcançado pelo pelotão. Tagliani e Marengo seguem agora sozinhos na frente.
Classificação da primeira contagem de montanha deste Giro:
1. Vincenzo Albanese (EOLO) - 3 pontos
2. Filippo Tagliani (Androni) - 2 pontos
3. Umberto Marengo (Bardiani) - 1 ponto
Albanese vai vestir a camisola azul no final desta etapa.
Alpecin-Fenix de Tim Merlier, Jumbo-Visma de Dylan Groenewegen e Lotto Soudal de Caleb Ewan vão controlando a velocidade do pelotão. Diferença para os homem da frente cai para baixo dos dois minutos - 1:50 neste momento.
David Dekker (Jumbo Visma) sobre o seu papel dentro da equipa: "O meu trabalho passa por assistir o Dylan Groenewegen, colocá-lo em boa posição para tentar a vitória. Neste momento estou 100 por cento concentrado nisso. O cenário seria lançá-lo para ele arrancar a 200 metros do final."
O curioso capacete de Giacomo Nizzolo (Qhubeka). O italiano tem um certificado de... "vencedor de etapa".
Com a entrada das equipas dos sprinters na frente do pelotão, a vantagem dos fugitivos baixou rapidamente para os 2:30, diferença que se manteve nos últimos quilómetros. O pelotão não quer apanhar a fuga demasiado cedo...
Continua em queda a distância do pelotão para a frente da corrida. São agora 2.22 de diferença entre os dois grupos. Quem 'puxa' nesta fase são as equipas Jumbo-Visma e a Lotto Soudal.
Agora é a Alpecin-Fénix quem comanda a perseguição à fuga e a diferença cai para os 3.20. Faltam 123 quilómetros.
O pelotão continua a dar 'corda' ao grupo da frente, que agora tem 5.15 de avanço. Faltam 130 quilómetros para a meta.
Antes do arranque da etapa houve um momento de homenagem a Wouter Weylandt, ciclista belga que morreu há 10 anos no decurso de uma etapa da edição de 2011 do Giro. O número que utilizou nesse ano, o 108, não mais voltou a ser usado e esta manhã foi recordado desta forma.
A pouco e pouco a fuga vai abrindo uma vantagem interessante. A 145 quilómetros da meta são mais de quatro minutos de avanço para o pelotão, que continua a ser liderado pela INEOS.
Depois da declaração bombástica de Patrick Lefevere na véspera, que anunciou a saída de João Almeida da Deceuninck–Quick-Step, a imprensa italiana adianta que a Bora–Hansgrohe estará muito bem colocada para conseguir a contratação do português.
A situação de corrida, a menos de 160 quilómetros da meta, permanece inalterada. O grupo da frente tem 2.45 de avanço para o pelotão. Entre os ciclistas escapados o mais bem colocado é Vincenzo Albanese, que entrou neste dia em 102.º, a 54 segundos do camisola rosa.
Os corredores da Ineos Grenadiers lideram o pelotão; a diferença para os três fugitivos é de 2.45 minutos.
Já há três ciclistas em fuga: Filippo Tagliani (Androni Giocattoli-Sidermec), Umberto Marengo (Bardiani-CSF-aizané) e Vincenzo Albanese (Eolo-Kometa). Vamos ver como reage o pelotão.
Arranca a tirada, o pelotão já pedala rumo a Novara.
O pelotão guarda um minuto de silêncio em memória de Wouter Weylandt, ciclista belga que morreu na Volta a Itália em 2011, faz hoje 10 anos, depois de sofrer uma queda em Passo del Bocco, na 3.ª etapa. O seu número, 108, foi depois retirado pela organização.
Se quer saber mais sobre esta edição da Volta a Itália, não perca o nosso especial. Pode consultar aqui.
Filippo Ganna foi o mais veloz no contrarrelógio de ontem e hoje sai de cor de rosa. João Almeida é quarto na geral.
Recorde aqui tudo o que aconteceu na primeira etapa.
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Depois do contrarrelógio de ontem, hoje o dia é dos sprinters. Nesta etapa com chegada a Novara, os homens rápidos serão os protagonistas e há dois nomes que saltam à vista: Caleb Ewan e Fernando Gaviria. As equipas destes dois corredores, Lotto Soudal e UAE Emirates, respetivamente, são as que trazem o comboio mais bem oleado, mas os líderes não têm sido o mais ganhadores nesta temporada.
Por isso espera-se uma boa luta entre estes dois, com homens como Tim Merlier (Alpecin), Peter Sagan (Bora), Giacomo Nizzolo (Qhubeka), Elia Viviani (Cofidis) ou mesmo Matteo Moschetti (Trek) a intrometerem-se.
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