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É apenas o quinto ciclista a juntar a Volta a França do futuro e o Tour
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Uma das grandes promessas do ciclismo mundial, o colombiano Egan Bernal (INEOS) confirmou este domingo, com apenas 22 anos, todo o seu potencial, ao chegar de amarelo aos Campos Elísios, no final da 106.ª Volta a França.
Nascido em Bogotá, em 13 de janeiro de 1997, Bernal é considerado um dos ciclistas com maior potencial e provou-o, tornando-se apenas o quinto a juntar a Volta a França do futuro e o Tour e o primeiro em quase 30 anos, sucedendo ao espanhol Miguel Induraín, que conquistou a principal volta em cinco ocasiões (de 1991 a 1995).
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Aos 22 anos e seis meses, Bernal, o primeiro colombiano a vencer a prova rainha do ciclismo mundial tornou-se também o terceiro mais jovem a conquistar a 'Grande Boucle' depois do francês Maurice Garin, em 1904, e do luxemburguês François Faber, em 1909.
Bernal mostrou-se ao mundo na Volta a França de 2018, a estreia em grandes competições velocipédicas, na qual terminou na 15.ª posição, depois de um trabalho incansável em prol de Chris Froome e de Geraint Thomas, que viria a vencer a prova.
O grande teste como possível líder de equipa deveria ter surgido na Volta a Itália, mas uma queda afastou-o da prova, chegando ao Tour como plano B, em especial depois de Geraint Thomas ter caído na Volta à Suíça.
Essa queda do galês e o excelente ano de 2019 de Bernal - vitórias no Paris-Nice e na Volta a Suíça - acabavam por colocar o colombiano quase em plano de igualdade com o colega de equipa e dorsal número um.
Depois de parecer ter ficado afastado da luta pela vitória final, um ataque no Galibier, na 18.ª etapa permitiu-lhe reduzir a diferença para o francês Julian Alaphilippe, acabando mesmo por 'roubar-lhe' a amarela na 19.ª e segurá-la com firmeza na 20.ª, antes da consagração de hoje, em Paris.
O corredor de Bogotá alcançou o objetivo que o compatriota Nairo Quintana tem vindo a adiar - foi segundo em 2013 e 2015 e terceiro e 2016 -- e a sua qualidade fica bem comprovada no contrato de longa duração com a INEOS, pouco comum no ciclismo, válido até 2023.
A carreira profissional começou muito cedo, na Androni, na qual passou dois anos, triunfando no último, em 2017, na Volta a Sibiu, na Roménia, além da Volta a França do futuro, o que despertou o interesse da todo-poderosa Sky.
No primeiro ano na equipa britânica, agora INEOS, mostrou a sua qualidade e venceu a Colômbia Oro e Paz, à frente dos já consagrados colombianos Nairo Quintana e Rigoberto Urán, e a Volta à Califórnia.
Ainda como júnior, Bernal começou por fazer provas de cross-country, conseguindo mesmo uma medalha de prata nos Mundiais da categoria em 2014 e de bronze no ano seguinte.
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