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Ciclista esloveno não atira a toalha ao chão na corrida pelo triunfo final
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Tadej Pogacar continua a acreditar que pode vencer a Volta a França pela terceira vez consecutiva, isto depois de esta quarta-feira, na 17.ª etapa, ter ganho somente 4 segundos ao camisola amarela Jonas Vingegaard. A diferença entre ambos agora é de 2.18 minutos, mas o esloveno não atira a toalha ao chão e fez já uma promessa.
"Estou otimista. Amanhã [quinta-feira], é mais um dia duro. Vamos tentar novamente", prometeu o jovem esloveno da UAE Emirates, após conquistar, no alto de Peyragudes, a terceira vitória nesta edição e a nona em três presenças no Tour.
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Vencedor da 17.ª etapa, diante de Vingegaard, Pogacar elogiou o trabalho da sua equipa, reduzida a outros três elementos, depois da desistência do polaco Rafal Majka, o seu gregário favorito, por lesão. "Só éramos quatro, e ganhar a etapa já é algo incrível. Podemos estar todos orgulhosos, porque sem o Rafal, o George [Bennett], o Vegard [Stake Laengen] e o [Marc] Soler não podemos tentar mais. Amanhã, é outra oportunidade. Para já, estou contente por ter vencido hoje", assegurou.
O bicampeão em título destacou o trabalho do rolador dinamarquês Mikkel Bjerg, nesta jornada convertido em escalador, e de Brandon McNulty, o norte-americano que o levou até aos derradeiros 300 metros da etapa e que foi terceiro, a 32 segundos do duo da frente. "O Mikkel hoje parecia um trepador, impôs um ritmo tão bom nas subidas. Foi inacreditável. Senti-me tão bem com esse ritmo, tão confiante, e sei que ele também. E o Brandon fez um trabalho incrível", sustentou.
Apesar da performance dos seus companheiros, Pogi, de 23 anos, não conseguiu distanciar o camisola amarela, que cortou a meta atrás de si, sem perder tempo, à exceção dos quatro segundos de bonificação que o esloveno ganhou.
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