Para poder usar esta funcionalidade deverá efectuar login.
Caso não esteja registado no site do Record, efectue o seu registo gratuito.
Esloveno desvaloriza queda e reconhece superioridade do rival
Seguir Autor:
Segundo na 18.ª etapa do Tour'2022, Tadej Pogacar viu Jonas Vingegaard vencer de forma autoritária e foi sem grandes problemas que reconheceu a superioridade do dinamarquês após a tirada desta quinta-feira. O esloveno da UAE Emirates aproveitou ainda para desvalorizar o impacto da queda que sofreu no desfecho da jornada.
"Claro que não é bom cair. Estava a forçar e caí, foi culpa minha. Penso que, de qualquer maneira, o Jonas estava muito, muito forte na subida final", reconheceu o esloveno de 23 anos.
Relacionadas
Para Pogi, o resultado da 18.ª etapa não foi mau, uma vez que deu "tudo" a pensar não na vitória na tirada, mas na camisola amarela. "No final, dei tudo na segunda subida, caí na descida... o segundo lugar foi o melhor que consegui. Penso que fiz tudo o que podia e posso estar orgulhoso", argumentou.
Apesar dos azares, que o deixaram apenas com três companheiros de equipa, o líder da UAE Emirates concedeu que "Jonas foi o mais forte e mesmo que tivesse sete colegas seria duro" destronar o corredor da Jumbo-Visma.
Thomas em "boa posição" na luta pelo pódio
A subida ao Hautacam também permitiu confirmar que, salvo um percalço, será o experiente Geraint Thomas (INEOS) a acompanhar os miúdos no pódio dos Campos Elísios, algo que o ciclista de 36 anos prefere ainda não festejar. "Não me vou antecipar. Mas estou definitivamente numa boa posição", admitiu 'G', definindo este Tour como "super duro".
Embora o campeão de 2018 e 'vice' de 2019, que está a oito minutos de Vingegaard, não queira reconhecer que o terceiro lugar é seu, o homem que o sucede na geral não teve hoje problemas em fazê-lo.
"A minha luta não era com Vingegaard, Pogacar ou Thomas. O meu combate era com Nairo [Quintana] e os outros [...]. No início do Tour, teria assinado por um quarto lugar. Alguns fazem-se de difíceis, mas as pessoas não se dão conta da intensidade do esforço que é necessário para ser quarto na Volta a França. Estou orgulhoso desta classificação, até porque é a melhor de um francês desde 2017", destacou David Gaudu (Groupama-FDJ).
O francês de 25 anos está já a mais de três minutos de Thomas, mas tem 2.30 minutos de vantagem sobre o quinto, o colombiano Nairo Quintana (Arkéa Samsic), também ele satisfeito com o regresso às boas prestações na Grande Boucle, na qual foi vice-campeão em 2013 e 2015.
"Dei tudo. Não tive as melhores sensações, estive um pouco mal na respiração, mas não é uma desculpa. Trabalhámos até ao final e fizemos um grande Tour", disse o ciclista de 32 anos.
Quintana espera agora "fazer um bom contrarrelógio" no sábado para terminar na posição que atualmente ocupa.
De forma a 'replicar' o famoso torneio das Seis Nações
Ganhar a prova espanhola no ano passado foi um fator decisivo para esta opção de Vingegaard
Prova arranca com um contrarrelógio por equipas em Barcelona
Já Florian Lipowitz diz ter cumprido um sonho ao subir ao pódio final em Paris
Rumores e confirmações nos principais campeonatos
Rumores e confirmações nos principais campeonatos
Médio dinamarquês foi dispensado dos Red devils no último verão
Rumores e confirmações nos principais campeonatos