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Português cedeu quase 7 minutos na etapa rainha da Vuelta
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Num dia de sonho para a Jumbo-Visma, com os três colocados na etapa 13 e agora na classificação geral, João Almeida acabou em sentido inverso, ao ser um dos derrotados. 15.º no final da etapa rainha da Vuelta, com chegada ao mítico Col du Tourmalet, o português cedeu bem cedo e teve de lutar muito para chegar à meta. Uma luta travada contra a dureza da etapa, mas acima de tudo contra a sua condição física, já que o ciclista da UAE Emirates tem estado adoentado e nesta jornada duríssima essa debilidade acabou por notar-se... desde bem cedo, como o próprio confessa.
"Estive mal desde os primeiros quilómetros. Estou doente há uns dias, sabia que não estou bem. Continuei a lutar. É assim no ciclismo. Estou doente, dores no corpo, no nariz, febre. É frustrante, porque as coisas estavam a correr bem", lamentou o português, à Eurosport.
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Questionado sobre como conseguiu encontrar energias para acabar a etapa rainha da Vuelta a 'apenas' 6.47 minutos do vencedor, Almeida assume não ter uma resposta. "Sinceramente, não sei. A equipa foi fantástica comigo. Não queria deitar tudo a perder, tentei lutar. Foi provavelmente o pior dia de sempre que tive numa bicicleta. São estes momentos que te definem, que fazem a diferença. É assim".
Relativamente à vitória total da Jumbo-Visma, João Almeida assume que não acompanhou por ter desligado o rádio, mas olha em frente e deixou uma promessa. "Não sabia, porque a determinado momento tirei o auricular, porque não valia a pena. Espero que o Juan [Ayuso] tenha estado na luta. Há muita volta em diatne. Nada está perdido ou ganho, vamos lutar. Vou fazer o que puder para ajudar. Se puder ajudar o Juan, vamos lutar pela vitória. Não vamos ficar satisfeitos com um 3.º ou 4.º. Vamos dar tudo. Tudo ou nada".
João Almeida, refira-se, é agora 10.º na classificação geral da Vuelta, a 8.39 minutos do líder Sepp Kuss.
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