Para poder usar esta funcionalidade deverá efectuar login.
Caso não esteja registado no site do Record, efectue o seu registo gratuito.
O eslovaco, que liderava a classificação por pontos, abandonou a corrida espanhola no domingo, na sequência do acidente da véspera, quando foi abalroado por uma moto da organização...
A equipa de ciclismo Tinkoff-Saxo solicitou esta quarta-feira à Unipublic, organizadora da Volta a Espanha, e à União Ciclista Internacional (UCI) um conjunto de ações que limitem a sua frustração pela queda de Peter Sagan, após incidente na Vuelta.
O eslovaco, que liderava a classificação por pontos, abandonou a corrida espanhola no domingo, na sequência do acidente da véspera, quando foi abalroado por uma moto da organização a oito quilómetros da meta. E esta quarta-feira novo incidente, desta vez com o português Sérgio Paulinho abalroado por uma moto da TVE.
À UCI, a formação russa solicita a revisão das regras que regulam a admissão de condutores para os veículos na prova, bem como a forma como as viaturas são obrigadas a agir durante as várias fases da etapa, "com a intenção de implementar regras adequadas que devem ser mudadas o mais tardar no início da temporada 2016".
Em carta aberta, a equipa russa pretende que a UCI revogue ainda a multa a Sagan pelo "comportamento que prejudica a imagem do ciclismo", nomeadamente a sua reação após o acidente.
"A equipa e Peter Sagan aceitam a outra multa pela sua reação após o acidente, mas é simplesmente inadequado multá-lo por prejudicar a imagem do ciclismo, dadas as circunstâncias", refere a Tinkoff-Saxo.
À Unipublic é sugerido "um pedido público de desculpas pelo incidente que afastou Peter Sagan da prova" e é desafiada a tomar "medidas adequadas e concretas" para prevenir incidentes semelhantes até ao final da 'Vuelta' e em corridas futuras.
Paralelamente, propõe um gesto de caridade com a doação a uma organização solidária no valor do prémio da camisola verde, classificação que o eslovaco liderava: em alternativa, uma iniciativa na qual, como entidade organizadora, reconhece que tem responsabilidades pela segurança do evento.
"A prioridade da nossa equipa é que os organizadores da corrida e outras partes interessadas aprendam com este incidente e apresentem medidas concretas para promover a segurança dos corredores e criem um ambiente de corrida melhor. Nesta fase, portanto, em vez de iniciar um processo de litígio adverso, solicitamos estas ações", justificou.
Volta a Espanha foi afetada praticamente desde o seu início pelos persistentes protestos pró-Palestina
Organismo sublinha que "esta posição está em total contradição com os valores olímpicos, respeito mútuo e paz"
Última etapa não chegou a Madrid devido aos protestos
Antigo internacional colombiano estudou medicina dentária antes de ser jogador de futebol
Homem terá amealhado, ao longo de cinco anos, mais de 14 milhões de euros em receitas
Polícia tem aconselhado os clubes a fazerem alterações por causa do duelo das águias com o Moreirense
Situação inusitada acontece já esta sexta-feira com a receção do Den Bosch ao ADO Den Haag, da 2.ª divisão